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24 de setembro de 2026

24/09/2026 - É HOJE... 24/09/2026




Hoje comemoro o meu 40º aniversário, desde os meus 28 anos venho criando posts para este espaço que não envelheceu igual eu, porém se manteve se diferenciando (pelo menos é o que eu vejo quando crio um post), eu (Arthur Claro) não me importo em ser velho e adoro celebrar a idade que estou adquirindo.

Hoje entro para o grupo dos "enta", não sei até quando, também não planejo encerrar as atividades do blog, pois quando penso em encerrar me aparece uma inspiração para um post, crio o post e já começo a pensar em outros, então não paro.

Sobre os 40 anos que estou habitando o planeta Terra, quero dizer que gostei de viver todos os anos, mesmo aqueles que não me recordo com nitidez, fiz de tudo para ser feliz, mesmo os dias tristes existiram pra eu chegar aqui.

Este mês desde o dia 01 até o dia 30 fiz um planejamento mental de compartilhar coisas que eu gosto, coisas relacionadas com setembro, libra (meu signo), 1986, 40, 24 e a minha própria pessoa. Quero agradecer à todos que vieram neste blog hoje e sempre, para ser bonzinho, vou compartilhar uma poesia "nova" que escrevi numa madrugada antes de dormir.

ASSIM COMO SOU (AOS 40)

Me olho no espelho
Vejo como o tempo passou
Minhas barbas estão longas e branqueando
Meus olhos estão cansados
Não sinto vontade de sorrir de volta
Estou diferente porém igual a outrora

Meu corpo continua sem músculos definidos
As tatuagens enfeitam minhas pernas e pé
Às vezes me vejo a cópia do meu pai
Igual porém diferente (sem olhos azuis dele)
O tempo pode ser relativo
Mas ele vai passar em um piscar de olhos

Não me lembro dos planos infantis
Mas sinto que já conquistei o que não planejei
Já sorri e já chorei em alguns momentos
Já caí e me levantei sem guardar rancor
Assim como sou
Igual porém diferente aos 40 anos

EU (39 ANOS) COM EU(1 ANO) NO COLO GERADO NO CHAT GPT

Fiquem agora com os outros aniversários que comemorei aqui.

21 de junho de 2026

21/06/2026 - O DIA EM QUE EU (ARTHUR CLARO) TOMEI CAFÉ COM O MACHADO DE ASSIS

Hoje é o 187º aniversário do escritor Joaquim Maria Machado de Assis, então para homenagear ele, resolvi criar um conto do dia em que eu (Arthur Claro) tomei café com ele no salão da Academia Brasileira de Letras, não preciso dizer que é uma ficção, mas antes que me culpem por fazer fake news quero dizer também que a imagem que utilizo foi gerada em Inteligência Artificial no Gemini.


Era uma manhã quente no Rio de Janeiro, Arthur Claro vestiu o fardão tradicional dos Imortais da Academia Brasileira de Letras, já tinha feito a barba e cortado os cabelos no barbeiro que tinha perto do hotel que estava hospedado, antes que os afoitos e mexeriqueiros deduzam, ele não estava hospedado no Copacabana Palace, muito menos algum cheio de pompas, pois Arthur não tinha a elegância necessária para ser parte da elite brasileira, depois de já vestido com o fardão, pegou seu celular procurou por um Uber para leva-lo até a Academia Brasileira de Letras, ele estava nervoso, como sempre fica quando tem que participar entrevistas de emprego, mas dessa vez ele não estava pleiteando a nenhuma vaga, ele iria assumir a cadeira número 2 da Academia Brasileira de Letras que tem como patrono o poeta Álvares de Azevedo.

Depois de alguns minutos chegou o Uber na porta do hotel que Arthur estava hospedado, ele entrou solitário, por mais que queria ter a companhia de diversas pessoas, mas ele libriano nato, não conseguiu escolher ninguém para dividir a viagem até a Academia Brasileira de Letras, mas com certeza todos os seus queridos amigos, familiares e até conhecidos por ele em algum momento da vida estariam lá para prestigiar a honraria.

A viagem até o Palácio Petit Trianon foi curta, não demorou nem 15 minutos, o Arthur desceu do carro, avistou todos os que de certa forma o incentivarão a escrever, porém não tinha nenhuma imprensa cobrindo o evento da imortalidade dele.

Lá dentro Arthur fez um discurso como outrora nunca tinha feito, agradeceu à todos os envolvidos diretamente e indiretamente para ele estar ali, após o discurso ele foi caminhar pelo Palácio, foi então que em um salão estava sentado Machado de Assis, Arthur congelou, sentiu seus músculos tensionarem, ele não acreditava no que seus olhos viam, mas respirou fundo e atreveu-se a se aproximar do "Bruxo do Cosme Velho", caminhou lentamente pensando no que falaria, quando estava cara à cara, disse um tímido "oi", o velho escritor olhou para o não tão jovem escritor, sorriu dizendo um "oi" mais contido.

Depois de ambos dizerem "oi" a conversa começou, papo vem e papo vai, logo chega um garçom segurando uma bandeja com um  bule de prata, dois recipientes de prata, sendo um de açúcar e outro de adoçante em pó, um prato com bolachas (biscoitos para os cariocas), dois pires de porcelana acompanhados de duas xícaras também de porcelana, duas pequenas colheres, Arthur e Machado não interromperam a conversa, mas agradeceram a vinda do garçom, se serviram de café e continuaram o papo literário.

Algum tempo depois, Arthur resolveu se levantar para ir até o banheiro, no caminho ele estava sorrindo como se tivesse realmente tido um papo com o mestre Machado de Assis e também por estar vestido com o tradicional fardão da Academia Brasileira de Letras, pois tudo que foi aqui contado não passava de um sonho.

24 de setembro de 2025

É HOJE...24/09/2025

Há um dedo dos 40.

Hoje venho comemorar com vocês, os meus 39 anos de chegada nesse Planeta Terra, que já tinha presenciado a explosão do Ônibus Espacial Challenger, o anúncio do Plano Cruzado, o acidente da Usina Nuclear em Chernobil e a seleção Argentina se consagrando bicampeã na Copa do Mundo realizada no México, isso tudo antes de eu nascer, então pra vocês verem que as notícias não foram tão boas. Eu nasci, cresci e agora estou envelhecendo não sei bem ou não, mas posso dizer que não tenho cabelos brancos, barba branca (só um pelo intruso que é branco) e os pelos das axilas e os pubianos também não são brancos, não acho ruim ter estas partes brancas, até acho que gostaria, mas não me estresso com isso e nem o suficiente para provocar ajudar a tê-los, pois dizem que o estresse auxilia o surgimento dos fios capilares brancos.

Depois dessa introdução enorme, quero agradecer a presença de todos que vieram nesse blog desde o começo até hoje, pois sempre que chega a data do meu aniversário, venho comemorar com vocês um texto aleatório mostrando que estou chegando numa idade que parece não ser comum uma pessoa ter blog, mas acho que isso não é certo, cada ser humano tem que ter o quiser, desde que isso não fira o limite do outro. É com o blog que eu compartilho meus gostos musicais, meu humor, minha criatividade e etc, quando faço as "FÉRIAS POR TEMPO INDETERMINADO" eu sinto um vazio e ao mesmo tempo preciso desse tempo para pensar em conteúdos que podem me fazer bem em compartilhar com vocês, assim vou compartilhando e vou vendo que o que eu gosto, é possível ou não ser gostado por vocês, mesmo não vendo nenhum comentário dizendo que eu compartilhei algo que fosse motivo de cancelamento.

Hoje mesmo iniciei este post trazendo fatos que aconteceram no mundo que pra mim são curiosos que pra mim são interessantes e merecem ser explorados para não ser um leigo, não sei se isso é atrativo ou com engajamento, nenhum post aqui existe para bombar, hypar ou estourar a boca do balão, se um dia isso acontecer, vou ficar feliz e com certeza vou compartilhar com vocês esse fato, não prometo, mas deixo aqui a possibilidade de existência de um post compartilhando algo que eu gosto para ver se mais pessoas também gostam.

Depois desse desenvolvimento confuso, vou deixar vocês com uma música que está no disco Nevermind da  que também completa seu debute nesta data, porém completando 34 anos.


Para finalizar os links dos meus outros posts de aniversário.


14 de abril de 2025

A BUNDA

Antes que venham dizer que este texto é erótico, imoral ou uma objetificação da mulher, quero deixar claro que, ao escrevê-lo, minha intenção foi fazer uma ode à paixão nacional. Talvez eu seja a exceção à regra: não sou muito de admirar nádegas femininas alheias, tampouco as masculinas. Porém, decidi criar um texto sobre elas. Encerrada esta introdução, vamos a ela.

A bunda.
Quando te vi pela primeira vez, não me apaixonei, mas te achei diferente. Você é grande, mas não assustadoramente. É arredondada, porém não moldada por exercícios físicos. Parece macia – não sei ao certo, pois nunca toquei e também não me atreveria a tanto.

A bunda.
Quando você passa, eu olho, mesmo que eu não queira. Você me chama, mesmo quando estou distraído com outras coisas. Sei que não faz isso de propósito, mas acontece.

A bunda.
O corpo ao qual você pertence é um corpo comum, sem grandes igualdades com os das personalidades midiáticas, mas você harmoniza com ele como vinho e queijo.

A bunda.
Não é escultural, mas é singular. Há algo quase musical no seu movimento – não um rebolado vulgar, mas uma dança discreta, de quem sabe seu poder sem precisar exibi-lo.
Às vezes, penso que você sabe o que provoca. Outras vezes, acho que é apenas o mundo que insiste em te notar, como se houvesse um magnetismo silencioso entre ti e os olhos dos distraídos.

A bunda.
Há poesia em ti, mesmo que escrita com olhos, silêncios e suspiros. É assunto de devaneios – inclusive este aqui, que tento disfarçar de crônica para não cair na tentação do clichê.

A bunda.
Há quem diga que você é apenas mais uma, mas quem sou eu pra concordar? Cada bunda tem sua identidade – como impressões digitais, só que mais... envolventes.
Já me flagrei filosofando, me perguntando se você tem consciência do impacto que causa. Será que, em casa, você conversa com a sua “dona” de vez em quando? Tipo: “Boa noite, minha fiel escudeira. Hoje você brilhou.” Talvez até um elogio diante do espelho: “Juntas, somos imbatíveis.”
Às vezes me pego pensando se ela tem nome próprio. Algo imponente, como Gertrudes. Ou talvez algo mais delicado, tipo Bebel. Quem sabe ela não tenha até uma personalidade independente — vaidosa, mas discreta; charmosa, mas sem esforço.

E então vem o mistério...

Ultimamente, tenho notado que vocês aparecem numa sombra rápida no corredor do trabalho. Ontem mesmo, acho que vi... mas não, deve ter sido só imaginação. Ou não?

20 de junho de 2024

ERA PARA VOCÊ

Escrevi pensando em você
Mas sabia que não iria te entregar
Era um momento de loucura
Pois sentia saudades
Queria te ver outra vez
Nem que seja por um instante

Pensei nestes versos para você
Mas não tive coragem de te mostrar
Pois não queria me frustrar
Queria te amar
Era um desejo oculto
Um anseio do devaneio solitário


Arthur Claro


Essa poesia foi criada para nenhuma mulher em especial, criei de improviso sem pensar em nenhuma mulher em especial.

27 de setembro de 2021

UMA SUGESTÃO DO SAUDOSO ANTÔNIO ABUJAMRA

Falo saudoso, mas confesso que não sou um fã xiita dele, mas sei o papel dele nesta sociedade brasileira que nos encontramos, por mais que você seja de outro país se sinta acolhido, pois posso trocar a palavra sociedade brasileira por sociedade mundial que engloba todos os seres humanos, os seres animais, os seres plantas, os seres vivos que estão sobrevivendo neste planeta, mas não me esqueço dos seres que estão no espaço sideral e também dos seres que já se foram deste Universo. Depois de divagar sobre tudo e nada ao mesmo tempo de modo separado quero deixar aqui um vídeo que encontrei no Youtube procurando "Reflexões", pareço louco? Não sou normal, como vocês que visitam o Youtube para procurar banalidades sejam elas criativas ou simplesmente recreativas basta digitar ou aceitar a sugestão do algoritmo que te conhece bem melhor que você mesmo, o vídeo é de 2004, mas o importante é ver e ouvir a sugestão do saudoso Antônio Abujamra, se lhe servir coloque em prática.


Eu já fiz outros posts com as reflexões dele que tinha uma voz imponente e um jeito de falar que parecia te fazer refletir e te provocar, agora fique com os posts que fiz anteriormente.

LOUCOS E SANTOS - OSCAR WILDE POR ANTÔNIO ABUJAMRA

TABACARIA - FERNANDO PESSOA

A VIDA NÃO SE FAZ DE PROGRAMAÇÕES

22 de outubro de 2020

DEVANEIOS ATEMPORAIS DO BOÇAL

O vento sopra na minha face

Me fazendo devanear

Me sinto longe

Muito longe daqui

Não tem ninguém aqui

Somente eu e meus pensamentos


Devaneando para fugir desta loucura

Não me sinto insano

Mas estou insone

Demoro muito para conseguir dormir

Meu cérebro não desliga

Fico com pensamentos difusos


A minha face recebe um beijo gélido

Meu corpo estremece

Meus devaneios continuam confusos

Quero fugir!

Mas não sei pra aonde ir

Não tenho ninguém ao meu lado


Ai que saudades de você

Mas quem é você?

Fruto dos meus devaneios?

Me  sinto um parvo

Será que devo sentir isso?

Estes são os devaneios atemporais do boçal

Arthur Claro


Essa poesia foi criada à partir do nome que eu já tinha pensado muito antes de fazer a poesia, mas ai um dia decidi criar a poesia utilizando o título, foi assim que ela nasceu. Posso dizer que o boçal da poesia sou eu e não é outra pessoa.

13 de agosto de 2015

AS ÚLCERAS QUE ME MATAM AOS POUCOS?


O meu sangue sai na minha urina com angústia
Meus braços estão inchados de tão podres
O meu pensante cérebro está com problemas
Rim, estômago, fígado e olhos não têm recuperação
Tuberculose maldita que afetou minha jovem vida
Oito meses de vida assim que vivo vegetativo

Eutanásia sim, por favor não me deixe sofrer
Ser mais um morto vivo não quero
Câncer, vírus, bactéria e AIDS me ataquem
Recebo injeções pra uma insignificante cura
Impossibilitado de fazer o meu prazer
Tenho que aguentar até a minha hora chegar

O mundo lá fora é igual desde que tinha oito anos
Revoluções e guerras tudo igual sem nada mudar
As enfermeiras gostosas não me atentem
Mulheres feias de bigodes que cuidam de mim
A minha filha não chora por eu estar em coma
Nicotina, maconha, LSD e álcool por favor

Diagnóstico de melhora não vai ter tão cedo
O sol que entra na janela não me esquenta
Magrelo, sem dentes e careca é assim que estou
O som dos pássaros cantando a marcha fúnebre
Relógio fazendo seu tic tac sempre sem parar
Rebeliões de presídios são noticias no telejornal

Eu sou o morto escritor amando morre assim
As úlceras que me matam aos poucos?
Salada de frutas quero comer quando for à sobremesa
Sua calcinha mal lavada me intoxica a mente
Impostos para pagar e um lugar no cemitério
Meus amigos nada de lágrimas de remorso

A mente brilhante que fala pra vocês não é a minha
Seus ouvidos são depósitos de dejetos anais
Único amor que senti me machucou o coração
Linda garota que me traiu com meu próprio irmão
Carta de despedida escrita com gotas de sangue
Espermatozoides e óvulos se fundindo na proveta

Reles mortais não riam dessas escrituras
Anseio um dia chegar à Academia Brasileira de Letras
Sorrir com falta de dentes me deixa triste
Queijo fungado do Mar Báltico que me alimento
Um dia perfeito da vida desgraçada que não vivi
Entidade comercial da República Dominicana vou me exilar

Miséria de cada dia do povo brasileiro morando na rua
Excelentes ricos sorrindo nas capas de revistas
Meretriz juvenil que vende seu corpo recém desvirginado
Assassinatos de balas perdidas nas ruas do país tropical
Terapia de conjuntos de Rock n’ Roll no hospício

A verdade absoluta me disse uma história
Mil novecentos e oitenta e seis tu nasceste sem dentes
A criatura que tu era virou esse morto vivo de hoje
Os meus testículos são examinados na NASA
Soldado matando pra ser herói da sua pátria
Pequeno manguito que cresce dentro da vulva encardida

Orvalho que escorre das belas flores do jardim hospitalar
Unhas dos pés são cortadas com a tesoura cirúrgica
Critérios para escolher palavras pra escrever a poesia
O minuto que cansa é o que se perde na vontade de viver
Seja o que tem que ser para tudo acontecer
? Amigos leiam no meu sepulcro uma bela despedida

Arthur Claro

Essa poesia foi criada demonstrando os últimos momentos de um poeta, não sou eu este poeta, o ponto de interrogação na última linha é de propósito, sinalizando uma pergunta antes de fazer um pedido. A imagem foi retirada do Google.