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27 de julho de 2023

POESIA TRISTE

Já peguei nas suas mãos
Quis me sentir seguro
Pois estive com medo
Não queria te perder
Mas tudo tem um fim

Você teve que partir
E eu tive que ficar
As minhas lágrimas tiveram que cair
E as lembranças serão guardadas
Mas eu estou só

Uma voz embargada
Um choro copioso
Uma dor em vários pontos do corpo
Nada faz mais sentido
Mas tudo pode mudar de repente

Arthur Claro


Essa poesia foi criada sobre uma tristeza que senti, mas agora não lembro o motivo, por isso que o nome é clichê e nada tão criativo, fiz para ninguém especial.

2 de junho de 2022

MINHA NOITE SOLITÁRIA

A casa vazia
Meu quarto está escuro
A sala está quieta
O banheiro está livre
Tiro a roupa
E entro no chuveiro

Passo o sabonete pelo corpo
Deixo a água remover o sabão
Enquanto passo o shampoo nos cabelos
Cheiro doce de eucalipto
Meus pensamentos são diversos
Desde letras de música até receitas culinárias

Acabo o meu banho
Estou com fome
Vou pro quarto colocar roupa
Enquanto penso no que vou comer
Resolvo fazer um delicioso e diferenciado macarrão instantâneo
Na cozinha pego os ingredientes

Cebola, manteiga numa panela
Dourando a cebola por alguns segundos
Acrescento um copo e meio de água
Espero fervilhar enquanto trituro o macarrão instantâneo
Água fervida acrescento o macarrão instantâneo sem o tempero
Espero cozinhar pegando o Chimichurri e o alho seco

Arthur Claro


Essa poesia foi criada numa noite solitária que tive e tudo que foi escrita na poesia aconteceu e eu tenho momentos prazerosos assim que junta a criatividade culinária com a improvisação da poesia e vice-versa.

8 de junho de 2017

AOS VINTE E SETE


Sozinho e isolado em um quarto escuro
Está angustiado querendo na verdade ser abortado
O sangue corre pelas veias do corpo puro
Não consegue manter-se acordado
O corpo não tem mais força pra viver
Só esperando a hora de morrer

A figura cadavérica no espelho reflete
As drogas vão até aonde ninguém que ir
Sua aparência não é de quem tem vinte e sete
Pois não te vejo mais a sorrir
A dor que sentes parece que não vai cessar
Os olhos alguma hora irão cerrar

Os dias viram semanas que viram meses
Saudades do tempo que ainda não veio
Uma agonia que bate por várias vezes
A cabeça vive num verdadeiro devaneio
Finalmente a alma irá descansar em paz
Para acabar o sofrimento nada que um lindo “Aqui Jaz”

Arthur Claro

Essa poesia foi criada quando eu completei 27 anos e eu lembrei do Kurt Cobain, da Janis Joplin, do Jimi Hendrix, do Jim Morrisson, da Amy Winehouse e outros famosos que morreram com 27 anos, então está poesia é de certa forma uma homenagem para eles. Como vocês podem ver eu já passei dos 27 anos, neste exato momento estou com 30 anos. A imagem eu encontrei no Google.

3 de março de 2017

RITA LEE - MUTANTE

Uma música para relaxar nesta sexta-feira...


Uma boa sexta-feira a todos e que o fim de semana seja prazeroso para nós.