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31 de outubro de 2024

PRAZERES OCULTOS

Seus olhos negros são poços de mistério
Refletem o universo e a sua imensidão
Neles mergulho me perdendo na sua profundeza
Desse abismo sem fim não quero fugir
Onde o tempo se desvanece no eterno presente
Me sinto rendida por esta sua armadilha

Seus lábios rubis me incendeiam o corpo
Onde o desejo se expressa docemente
Eles selam o nosso amor
Sussurram gemidos e segredos
De beijos eternos enquanto durem
Me sinto presa na sua teia

Seu pescoço exala um perfume de flor
Conduz-me para o caminho do êxtase
Pele macia sendo um convite para a paixão
Ao me aproximar te arrepio na nuca
Você se entrega aos meus desejos
Me sinto dominando seus sentimentos

Seus seios pequenos me seduzem
Aconchego dos meus lábios e língua
Seus mamilos são fontes de prazer
Onde meus beijos repousam na maciez
Uma carícia delicada a te desejar
Me sinto te prendendo em mim

Seu sexo úmido me satisfaz
É o altar onde deposito minha devoção
É onde nossas almas se fundem
Encontro anseios para explorar sem demora
Será que eu desvendarei seus segredos
Onde você se entrega ao intenso gozo

Arthur Claro


Essa poesia foi inspirada na exploração de forma sensual e profunda de uma conexão amorosa e física, transmitindo um sentimento de rendição mútua, misturada com o desejo e afeição dos amantes.

11 de julho de 2024

NEM AQUI E ALÉM DOS LIMITES

As montanhas que aqui circundam
São as curvas mais belas do seu corpo
As aves que aqui gorjeiam
São os cantos sensuais da sua boca
As águas que aqui passam
São os desejos do seu sexo

Nada me limita quando te vejo
Porém algo me barra quando te desejo
Tenho prazer em te poetizar
Transformo a sua beleza em meus versos
Você indiretamente me faz ter pensamentos perversos
Mas não estou aqui para te objetificar


Arthur Claro


Essa poesia foi criada à partir da minha vontade de criar uma poesia erótica com toques de sensualidades, não foi escrita para nenhuma mulher.

11 de janeiro de 2024

POESIA ORDINÁRIA

Rouca e sem roupa sobre a cama
Amor... amor... amor...
A mortadela defumada sobre a mesa do café
Beijos para acordar nesse belo dia
Sonhos que molham os lábios
Como o orvalho da madrugada nas flores

Despida e desfalecida sobre a cama
Ai... ai... ai...
Ainda suspira após os orgasmos
A noite de ontem foi sensacional
Ela teve orgasmos múltiplos
O gozo da vida e que dá vida

Ofegante e brilhante sobre a cama
Um... um... um...
Umidade escorrendo do seu interior
O sexo lascivo que deixou o corpo frouxo
O ar lhe falta dificultando a respiração
Foi a noite do prazer quase infindável

Roupas sobre o chão do quarto
Suor escorrendo dos corpos
Gemidos acalorados proferidos das bocas
Sexo com sexo numa transa transcendental
Eu, você, você, eu... nós nos amando
Tudo pra acabar nesse orgasmo mútuo

Arthur Claro


Essa poesia foi criada sobre a ideia de transmitir uma relação sexual, aonde os protagonistas acabam tendo um delicioso e sincronizado orgasmo, não sei se eu consegui mostrar isso em palavras como imaginei.

31 de agosto de 2023

SINTA O MEU PRAZER (LA PETITE MORT)

Vejo o quão duro está o seu membro
Porém quero que me sinta úmida
Seus dedos me penetram
Enquanto a sua língua circunda
As minhas pernas tremulam
Vou gozar, ai eu vou gozar...

Não quero saber o seu nome
Só quero sentir o seu corpo no meu
Não quero que você me ligue depois
Só quero o seu membro dentro de mim
As minhas pernas tremulam
Vou gozar, ai eu vou gozar...

Sinta o meu desejo
Me faça ser desejada
Quero esta noite ser o seu desejo
Também de satisfazer o meu desejo
As minhas pernas tremulam
Vou gozar, ai eu vou gozar...

Arthur Claro


Essa poesia foi criada à partir do ponto de vista de uma mulher querendo ter um orgasmo, a expressão "La Petite Mort" significa "a pequena morte" e é a expressão francesa para orgasmo, utilizei esta expressão pois achei romântico como essa poesia pode ser mesmo se tratando de uma mulher querendo ter um orgasmo.

2 de junho de 2022

MINHA NOITE SOLITÁRIA

A casa vazia
Meu quarto está escuro
A sala está quieta
O banheiro está livre
Tiro a roupa
E entro no chuveiro

Passo o sabonete pelo corpo
Deixo a água remover o sabão
Enquanto passo o shampoo nos cabelos
Cheiro doce de eucalipto
Meus pensamentos são diversos
Desde letras de música até receitas culinárias

Acabo o meu banho
Estou com fome
Vou pro quarto colocar roupa
Enquanto penso no que vou comer
Resolvo fazer um delicioso e diferenciado macarrão instantâneo
Na cozinha pego os ingredientes

Cebola, manteiga numa panela
Dourando a cebola por alguns segundos
Acrescento um copo e meio de água
Espero fervilhar enquanto trituro o macarrão instantâneo
Água fervida acrescento o macarrão instantâneo sem o tempero
Espero cozinhar pegando o Chimichurri e o alho seco

Arthur Claro


Essa poesia foi criada numa noite solitária que tive e tudo que foi escrita na poesia aconteceu e eu tenho momentos prazerosos assim que junta a criatividade culinária com a improvisação da poesia e vice-versa.

12 de maio de 2022

É SÓ...

Dois corpos
Alguns copos
Dois amantes
Algumas doses
Dois, quem disse que são dois?
Penetrações, línguas e mãos

As roupas no chão
O tesão nos corpos
Sexos, mamilos, axilas e pés
Fetiches, fantasias e muita libido
Línguas dançando pelos corpos nus
Desejos íntimos e perversos prazeres

Não é uma orgia
Nem tão pouco sexo anal
Mas também não é cunilíngua
Ou um bom boquete
É só...
É somente uma masturbação

Arthur Claro


Essa poesia é sobre masturbação como ficou claro na última linha dela, mas eu escrevi para provocar um pouco a líbido das pessoas que vierem a ler ela. Eu gostaria de compartilhar com vocês o meu segundo blog o Sem Máscaras e com Pouca Roupa (visitem o www.seminudez.blogspot.com) para conhecer o conteúdo que também me dá prazer de criar, lá tem posts mais voltados para o Sexo e então peço que visitem somente pessoas que gostam e possuem uma cabeça aberta para ver algo sobre sexo, não é explicíto), deixo que vocês mesmo tirem as suas conclusões sobre o conteúdo.

17 de outubro de 2019

O SONO PÓS-SEXO E DOS JUSTOS


Nossas roupas espalhadas pelo chão
Nossos corpos espalhados pela cama
Uma noite de prazer memorável
Você e eu gozamos diversas vezes
Eu e você estamos agora dormindo

O sono pós-sexo e dos justos
Somos um casal feliz
Somos um casal sexualmente ativos
Sexo por prazer
Orgasmos e suores misturados
Prazer em estar com você

Arthur Claro

Essa poesia foi criada de improviso após refletir um pouco do que podia postar no meu outro blog. A imagem é mais uma do meu acervo de imagens, sim eu coleciono imagens no pc para utilizar quando eu achar necessário.

4 de outubro de 2018

NA JANELA


Estamos extremamente excitados
Beijamos com voracidade
Os nossos corpos quase são um só
Você geme como uma gata no cio
Eu puxo com força o seu cabelo
Você morde levemente a minha boca
Meu pênis entra e sai da sua vagina

Estamos extremamente excitados
O nosso amor é de verdade
Nossos corpos unidos como um nó
Chupo um seio seu que é macio
A sua vagina está nascendo pelo
Você fala gemendo "soca"
Este cheiro de sexo me fascina

Estamos extremamente excitados
Vamos gozar juntos
Você crava suas unhas nas minhas costas
Eu agarro com força a sua cintura
Fazemos um vai e vem frenético
Você se contorce toda e goza
Eu encho a sua vagina com meu gozo

Estamos extremamente excitados
Fizemos sexo encostados na janela
Porém nossos vizinhos podiam nos ver
Mas quem viu, viu e quem não viu, perdeu
Foi esta a transa mais prazerosa
Saciamos a nossa libido

Arthur Claro

Essa poesia foi criada da ideia de falar sobre o ato sexual realizado numa janela aonde vocês (leitores) observam o sexo sendo consumado, não é uma história verídica, pois não tive a oportunidade de fazer sexo com alguma mulher numa janela, mas imaginei e criei esta poesia, a imagem que ilustra é da minha coleção particular que coletei no Google para fazer parte das minhas postagens no meu blog SEM MÁSCARAS E COM POUCA ROUPA.

15 de março de 2018

SOZINHA EM CASA


Banheira cheia e com umas velas aromatizadas
Música suave e romântica no toca discos
Tiro a minha camiseta branca sem pressa
Acaricio meus seios por cima do sutiã
Que sensação boa
Começo a desabotoar minha calça jeans

Só de calcinha e sutiã vou até a cozinha
Bebo um copo de água derramando no meu corpo seminu
Volto para o banheiro e tiro minha calcinha
Tiro meu sutiã e entro na banheira
Deixo a água me tocar o corpo inteiro
Fico acariciando cada pedaço do meu corpo

Pego o sabonete e vou me ensaboando
Toco meus bicos com as pontas dos dedos
Desço uma das minhas mãos até meu sexo
Dedilho de leve sentindo uma boa sensação
Aumento a intensidade das dedilhadas
Mordo meus lábios e fecho meus olhos

Tenho um intenso orgasmo
Abro os olhos aos poucos
Minhas pernas estão bambas
As minhas mãos estão bobas
Recupero o fôlego
Ai que sensação boa

Arthur Claro

Essa poesia foi criada para demonstrar um ato íntimo de uma mulher. A imagem foi retirada do Google.