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24 de novembro de 2022

SURTOS DE RENIEL SANTOS

Meu rosto marcado com um chute
Meus olhos castanhos semi-abertos
A boca ensanguentada e dolorida
Estou com dor pelo corpo inteiro
Meus pensamentos estão difusos
Estou com saudades de você

Volta pra casa minha amada
Volta Joana Maria pra mim
Estou delirando por você
Estou com muitas dores
Estou com saudades dos seus carinhos
Por que faz isso comigo

Pego um pedaço de papel velho
Uma xícara de café bem quente
Tenho uma crise de tosse bem forte
Afio bem a ponta de um lápis
O céu azul me inspira profundamente
Quero escrever sobre nós dois

Reniel Santos


Essa poesia é a continuação da poesia anteriormente postada, é somente um pequeno surto do personagem que idealizei.

17 de novembro de 2022

A MINHA TRISTE POESIA


Pedaço de papel envelhecido
Marca de xícara de café
Poça de sangue da tosse
Desenho a lápis um crânio
Penso nestes versos
Indeciso no uso das palavras

Saudade da amada Joana Maria
Um breve momento de felicidade
Rascunho mais alguns versos
Tosse forte novamente
Olho perdido no horizonte
Sorrio timidamente do devaneio

Rabisco o meu nome no papel
E volto a pensar na amada
Não vejo a hora de beijá-la
Idealizo o momento romântico
Espero tocar os dreads verdes
Lembranças vívidas na memória

Soluços de tristeza
Amor dói!
Noite fria!
Tosse violenta com sangue
Onde Joana Maria está?
Será que ela me esqueceu?

Reniel Santos


Essa poesia nada mais é sobre a imagem que ilustra ela, mas eu criei ela quando estava pensando em criar uma personagem para um futuro conto, mas com o tempo deixei pra lá a ideia do conto, mas o que sobrou foi esta poesia e a próxima poesia que vai aparecer semana que vem, se foi de curiosidade e vontade de vocês posso tentar retomar a ideia do conto e quem sabe criar mais poesias com isso, mas o que realmente quero dizer que eu criei essa poesia em paralelo a imagem que criei no PicsArt, então foi um momento de criatividade absurda que tive mil ideias e fiz somente duas. O que vale deixar claro que esta poesia foi feita pelo Reniel Santos (personagem) e não por eu (Arthur Claro).

8 de outubro de 2020

AS ÚLTIMAS SINAPSES

Perdido em pensamentos para versos pueris

Crio versos de poesias estúpidas no papel

Procuro ser menos comum do que os poetas de outrora

Relembro palavras escritas em rascunhos

Agora estou versificando os pensamentos momentâneos

Controlo algumas palavras para não ferir outrem


Recitar as minhas poesias (eu não sei)

Mas será que alguém irá declamar alguns versos meus? (talvez)

Espero a brisa da criatividade não acabe

Velho hábito de ler para criar ideias

Não possuo dom de ser rebuscado

Mas me inspiro em quase tudo


As minhas poesias nem sempre tem rimas

Acontece sem planejamentos os versos

Faço improvisos que lampejam no meu cérebro

Nada tão comum do que escrever estas sinapses

Crio estas poesias somente pelo meu prazer

Mas às vezes outras pessoas se deleitam


O último gole no whisky do Tennessee

Ver a última cena da Marilyn Monroe

Ouvir a pela última vez Johnny Cash

Mas quem é Einstein?

Meus neurônios estão morrendo

E os meus olhos estão fechando


Os dreads de Bob Marley ao vento

E os óculos de Lennon à venda

Sentado ao lado Abe Lincoln

Lendo a última palavra de Machado de Assis

Meus neurônios estão mortos

E o meu coração está parado


Ouça ao longe o samba do Cartola

Reveja as ilustrações do Henfil

Jure loucuras para Raulzito

Leia as crônicas do Anjo Pornográfico

Meus neurônios já não fazem sinapses

E o meu corpo está inerte e rijo


Relendo os relatos sobre Freud

E também relembrando os passos do Che

Comemorar mais um gol do Rogério Ceni

Ou então uma defesa do Zetti

Acaba aqui este delírio poético

Estas foram as últimas sinapses

Arthur Claro


Essa poesia foi criada para mostrar algumas personalidades que eu gosto e também esvaziar um pouco a mente e o nome foi que deu vontade de colocar, pois acho a palavra Sinapses muito interessante.

30 de janeiro de 2020

PALAVRAS ORIENTADAS E SIMPLICDIDADE INSCRITA AGORA

Escrevi palavras em papéis
Usei canetas coloridas
Abusei da criatividade inativa
Refiz versos que pensei outrora
Andei repensando as velhas poesias
Me encontrei no passado

Não criei novos textos
Fugi do comum
Não fui clichê
Me censurei por motivo tolo
Estes versos surgiram na minha cabeça
Escrevo esvaziando as ideias

Esta é mais uma poesia
Criada ao acaso
Nada pretencioso
Somente nasceu para ser esta poesia
Criada com palavras simples
E versos transcritos ao léu

Arthur Claro

Essa poesia foi criada a partir da ideia que surgiu após eu testar várias canetas para ver qual estava funcionando para poder utiliza-las para escrever uma outra poesia e ai surgiu esta poesia e a qual eu ia escrever foi embora com a criatividade desta.

26 de julho de 2018

LEMBRANÇAS DE VERSOS DE POESIAS


Versos sussurrados no ouvido do poeta
Será inspiração? ou será psicografia?
O poeta pega uma folha em branco
Escreve os versos sem tirar a pena do papel
Encerrada a poesia ganha vida
Ela faz a mulher se apaixonar

Ela faz o homem declamar
O poeta morre e a poesia não pode ser esquecida
As palavras podiam ter sidos escritas por um menestrel
Ou até mesmo por um saltimbanco
Porém foi escrito por um poeta de péssima caligrafia
Ele tem costumes de um anacoreta

A noite é a hora da musa ninfeta
Ela chega desnuda mostrando a sua ninfomania
Ela tem um jeito diferente de andar (um jeito manco)
Pois sua mãe teve um relacionamento infiel
Nada disso interessa para essa poesia desfavorecida
Aonde o poeta não se preocupou em rimar

Agora os últimos versos para acabar
Essa poesia num futuro será lida e/ou ouvida
Uma simplória poesia que não é de cordel
A pessoa que ler ela poderá estar sentada num banco
Em um belo dia
Pois tudo é possível nesse nosso imenso Planeta

Arthur Claro

Essa poesia foi criada sobre um devaneio de ideias para poesia que o autor (eu) tive enquanto criava esta e outras poesias. A imagem foi retirada do Google.