Machado de Assis, Álvares de Azevedo e Carlos Drummond de Andrade
Nelson Rodrigues, Chico Buarque e Renato Russo
Esses são alguns dos anjos da minha chegada ao céu de palavras
Quero só as palavras da minha língua pátria
Saudades é uma palavra que me trás felicidade
Pois é a única da nossa Língua Brasileira
Língua Brasileira é a fusão do português com as outras línguas
Vou verbalizar sempre que houver palavras
Arthur Claro
Essa poesia foi criada a partir da expressão "Mar de Palavras" que eu utilizei em um post no Facebook quando estava criando outras poesias e essa poesia foi no intuito de usar esta expressão demonstrando todos os meus amores pela a Língua Brasileira, pela palavra SAUDADES, pelos escritores e compositores que citei na poesia, que de certa forma me inspiram a escrever poesia e teimar em tentar a fazer composições musicais. A imagem foi encontrada no Google quando pesquisei pela expressão, achei bonita copiei e estou utilizando aqui, não sei quem é o criador da imagem.
Veja o quanto muda se mostrar livre de agonias e tédios
Transmita alegrias que receberá sorrisos de troco
Ser feliz é aproveitar ao máximo
Não deixe a agonia e o tédio voltarem
Faça de tudo para ser feliz
Sorria para o passado, o presente e o futuro
Arthur Claro
Essa poesia foi criada em um momento de tédio e agonia, agora é com vocês, com qual vocês querem dormir hoje? Essa poesia pode ser uma lição de fim de ano, mas eu já estou preparando algo que pode ser uma lição de final de ano. A imagem foi retirada do Google.
Essa poesia foi criada como um conselho para todos que lerem essa poesia, eu não me lembro muito bem quando escrevi, mas sinto que estava querendo aconselhar alguém ou pode ser que eu mesmo estava me aconselhando querendo passar uma mensagem para os meus futuros leitores, tudo é possível nessa poesia. Sobre a imagem, posso dizer que foi uma que achei interessante sobre dor na consciência de não ter dito a verdade, me desculpem, porém a imagem foi retirada do Google.
Essa poesia foi criada à toa e sem proposito, eu só pensei pouco sobre o que eu queria falar sobre palavras e poesia, mas também deu vontade de usar o & (famoso "E" comercial ou "E" Chitãozinho & Xororó) em um nome de poesia.
Primeiramente Fora Temer (para não perder o costume) e depois que me desculpem as estrangeiras, mas brasileira é fundamental, sim parafraseei o poeta Vinicius de Moraes, porém com adaptações, eu quero desejar um FELIZ DIA INTERNACIONAL DA MULHER para todas as mulheres deste vasto Mundo que gira em torno de si mesmo e em volta do astro Rei, o SOL. Desculpem esta loucura inicial, pois sempre que me empolgo começo a mostrar um pouco do meu conhecimento que não é limitado e nem um pouco inerte, sempre aprendendo e ensinando quando possível. Hoje é mais uma homenagem a espécie mais linda criada das costelas de Adão (não vou entrar no mérito religioso, porém gosto de usar este simbolismo por mais que exista controvérsias), quero dizer que sou grato por ter mulheres na minha vida, pois elas me ensinaram a ser um bom homem que sou, aprendi a respeitar elas e as outras pessoas independente da diferença que tenha em relação a eu, foi com elas que vi que o mundo não pode ser igual e nem totalmente diferente, precisamos de uma harmonia para que exista um convívio sem conflitos. O título deste post é da música de Benito di Paula que exalta as mulheres brasileiras, fiquem com a música.
Agora leiam a poesia de Vinicius de Moraes de onde extrai o trecho da frase que adaptei.
Receita de Mulher - Vinicius de Moraes
As muito feias que me perdoem
Mas beleza é fundamental. É preciso
Que haja qualquer coisa de flor em tudo isso
Qualquer coisa de dança, qualquer coisa de haute couture
Em tudo isso (ou então
Que a mulher se socialize elegantemente em azul, como na República Popular Chinesa).
Não há meio-termo possível. É preciso
Que tudo isso seja belo. É preciso que súbito
Tenha-se a impressão de ver uma garça apenas pousada e que um rosto
Adquira de vez em quando essa cor só encontrável no terceiro minuto da aurora.
É preciso que tudo isso seja sem ser, mas que se reflita e desabroche
No olhar dos homens. É preciso, é absolutamente preciso
Que seja tudo belo e inesperado. É preciso que umas pálpebras cerradas
Lembrem um verso de Éluard e que se acaricie nuns braços
Alguma coisa além da carne: que se os toque
Como o âmbar de uma tarde. Ah, deixai-me dizer-vos
Que é preciso que a mulher que ali está como a corola ante o pássaro
Seja bela ou tenha pelo menos um rosto que lembre um templo e
Seja leve como um resto de nuvem: mas que seja uma nuvem
Com olhos e nádegas. Nádegas é importantíssimo. Olhos, então
Nem se fala, que olhem com certa maldade inocente. Uma boca
Fresca (nunca úmida!) é também de extrema pertinência.
É preciso que as extremidades sejam magras; que uns ossos
Despontem, sobretudo a rótula no cruzar as pernas, e as pontas pélvicas
No enlaçar de uma cintura semovente.
Gravíssimo é porém o problema das saboneteiras: uma mulher sem saboneteiras
É como um rio sem pontes. Indispensável
Que haja uma hipótese de barriguinha, e em seguida
A mulher se alteia em cálice, e que seus seios
Sejam uma expressão greco-romana, mais que gótica ou barroca
E possam iluminar o escuro com uma capacidade mínima de cinco velas.
Sobremodo pertinaz é estarem a caveira e a coluna vertebal
Levemente à mostra; e que exista um grande latifúndio dorsal!
Os membros que terminem como hastes, mas bem haja um certo volume de coxas
E que elas sejam lisas, lisas como a pétala e cobertas de suavíssima penugem
No entanto sensível à carícia em sentido contrário.
É aconselhável na axila uma doce relva com aroma próprio
Apenas sensível (um mínimo de produtos farmacêuticos!)
Preferíveis sem dúvida os pescoços longos
De forma que a cabeça dê por vezes a impressão
De nada ter a ver com o corpo, e a mulher não lembre
Flores sem mistério. Pés e mãos devem conter elementos góticos
Discretos. A pele deve ser fresca nas mãos, nos braços, no dorso e na face
Mas que as concavidades e reentrâncias tenham uma temperatura nunca inferior
A 37º centígrados, podendo eventualmente provocar queimaduras
Do primeiro grau. Os olhos, que sejam de preferência grandes
E de rotação pelo menos tão lenta quanto a da terra; e
Que se coloquem sempre para lá de um invisível muro de paixão
Que é preciso ultrapassar. Que a mulher seja em princípio alta
Ou, caso baixa, que tenha a atitude mental dos altos píncaros.
Ah, que a mulher dê sempre a impressão de que se se fechar os olhos
Ao abri-los ela não mais estará presente
Com seu sorriso e suas tramas. Que ela surja, não venha; parta, não vá
E que possua uma certa capacidade de emudecer subitamente e nos fazer beber
O fel da dúvida. Oh, sobretudo
Que ela não perca nunca, não importa em que mundo
Não importa em que circunstâncias, a sua infinita volubilidade
De pássaro; e que acariciada no fundo de si mesma
Transforme-se em fera sem perder sua graça de ave; e que exale sempre
O impossível perfume; e destile sempre
O embriagante mel; e cante sempre o inaudível canto
Da sua combustão; e não deixe de ser nunca a eterna dançarina
Do efêmero; e em sua incalculável imperfeição
Constitua a coisa mais bela e mais perfeita de toda a criação inumerável.
Agora vejam as outras homenagens que fiz para as MULHERES
Essa poesia foi criada para nenhuma mulher em especial, eu somente criei para esvaziar um pouco da criatividade que eu estava no momento. A imagem foi encontrada no Google.
O que senti não desejo nem para
o meu pior inimigo
Uma angústia que nem todos
precisam passar
Como quero ser feliz sem ter
esse ciúmes
O sentimento que no meu coração
é mordaz
Meu pensamento é aceitar que o
amor acabou
Ironicamente pensei que nunca
ia acontecer comigo
Gratifico Deus por ser sábio e
fazer todos os sentimentos
Os bons e os maus todo ser
humano tem que passar
Arthur Claro
Essa poesia foi criada para mostrar um sentimento que eu senti e não quero mais sentir, também não quero desejar esse sentimento para ninguém. A imagem foi retirada do Google.
Saiba que você tem um lugar
especial no meu coração
Pode o tempo passar que de lá
você não vai sair
Juntos sempre nós vamos se
alegrar
Nossa amizade vai até pra cima
do altar
Quando lembro dessa juras
começo a rir
Mas é um riso de felicidade de
sermos amigos
Bons, sinceros, eternos e nunca
seremos antigos
Sempre que um precisar o outro
estará por perto
Espero ter amizade com você
mesmo depois da morte
Pois ter você como amigo requer
muita sorte
Quando Deus nos uniu sabia que essa união ia dar
certo
Arthur Claro
Essa poesia foi criada para mostrar a minha amizade com um cara que eu sei que posso confiar sempre que eu precisar e que nós fizemos uma promessa de sermos padrinhos de casamento.
Pois a poesia é um sentimento
do poeta para o leitor
Acabar e agradecer pelo deleite prazeroso
Arthur Claro
Essa poesia foi criada para ensinar uma amiga que pediu para mim ensiná-la a escrever poesias, eu resolvi criar esta poesia do que falar como se faz, ela aprendeu e será que você leitor consegue aprender?
Não sou fã de Fernando Pessoa, mas tenho admiração pela criatividade dele por ter criado heterônimos para escrever poesias, acho que herdei essa criatividade para criar meus personagens de contos e minhas poesias. Eu então vou deixar a poesia (título deste post) que possui um início que exemplifica um pouco a minha pessoa (Não sou nada, nunca serei nada, não posso querer ser nada) esta poesia é declamada por Antônio Abujamra.
Essa poesia foi criada durante uma apresentação de literatura que eu assisti de um curso de Letras de uma faculdade que fechou aqui na minha cidade, o grupo expôs essa imagem que é um quadro de Caspar David Friedrich que se chama Viajante junto ao mar de neblina, eu quando vi esta imagem me apaixonei a primeira vista, nem sabia seu nome e nem quem era seu criador, pedi uma folha de rascunho para a minha irmã que assistia junto comigo está apresentação, porém ela estava avaliando, eu escrevi estes versos todos durante a apresentação, curti tanto o resultado da poesia como a imagem e a apresentação.