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21 de janeiro de 2026

21/01/2026 - NOVAS CONEXÕES

No dia 19 de janeiro de 2026, o radialista Márcio Braz da Rádio Litoral FM 90,9 de Tubarão-SC entrou em contato comigo via direct do Instagram @radiobagaralho para que eu divulgasse a banda Kamiza Emprestada que é da mesma cidade que ele. A banda Kamiza Emprestada é formada pelos seguintes integrantes, Cristiano Bencke (@benckecristiano) e Juh Montiel (@juhmontiel) (Vocais), Darlei Moraes (@darlei__moraes) (Guitarra), Dudy Nazário (@dudy_nasario) (Baixo) e Ricardo Kbeça (@ricardo.kb) (Bateria). A banda toca somente músicas brasileiras, o puro Rock Brasil, para quem gosta é uma boa escolha para se colocar na playlist e ficar ouvindo sem parar e cansar de ouvir. Após essa breve explicação do motivo deste post vou deixar vocês ouvirem a música "Já nem me lembro mais" da banda Kamiza Emprestada.


Já estava quase esquecendo, o Márcio Braz (@discografabrazil) que tem um programa chamado Tarja Preta na Rádio Litoral FM, para retribuir a minha divulgação da banda, no início do programa do dia 20 de janeiro de 2026 citou o blog Jovem Jornalista do meu amigo Emerson Garcia, este humilde blog que vocês estão vendo o post e também o perfil do Instagram da Rádio Bagaralho.

15 de janeiro de 2026

15/01/2026 - O PODER DA EMPATIA

(IMAGEM RETIRADA DO GOOGLE)

Vivemos em tempos rápidos, onde poucas coisas transformam mais do que a empatia. Eu (Arthur Claro) observo que poucas pessoas a praticam; tornam-se egoístas, esperando que o mundo seja empático com elas, sem oferecer o mesmo em troca. Vejo também quem deseja que os outros sintam piedade, mas não faz nada para cultivar essa conexão.

Um ponto crucial é essa confusão entre empatia e piedade. A primeira trata de conexão, é dinâmica; a segunda é a busca pelo dó, é estática. No fim, não se trata apenas de esperar que o outro sinta a nossa dor, mas de construir pontes que nos tornem dignos dessa troca.

A mudança começa na ação. A empatia não é um sentimento passivo que cai do céu. Para merecê-la, precisamos sair da nossa bolha de conveniência: ouvir sem preparar a resposta, validar a dor do outro (mesmo sem entendê-la) e abandonar o papel de vítima para assumir o protagonismo do afeto.

Agora, me digam nos comentários: um momento em que você foi empático ou em que foram com você? Caso ainda não tenha vivido isso, na próxima oportunidade, seja você o primeiro a praticar. Esteja preparado para dar e, só então, receber.