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7 de abril de 2022

POR VOCÊ...

Crio versos de poesia
Reescrevo ideias esquecidas
Rimo palavras repentinas
Faço uma declaração de amor
Escuto o meu coração
Olho para o infinito

Deixo o tempo passar
Sinto a brisa da madrugada
Bebo para esquecer o sofrimento
Fico sem comer
Perco o chão
Olho para o final do túnel

Construo ilusões de perfeição
Guardo boas recordações
Recito versos decorados de Shakespeare
Desenho corações no caderno
Suspiro pensando nos beijos
Porém tudo isso é um devaneio

Arthur Claro


Essa poesia foi criada para ninguém especial, escrevi somente porque me deu vontade e então não tem uma dedicatória especial.

17 de dezembro de 2020

NINGUÉM TEM CULPA

Bom dia!

No Arpoador vai nascer um 'Bom dia'

Os raios de Sol vão beijar os peitinhos dela

Um bom dia aos queridos amantes

Eu com os meus e você com a sua

Saudades de você no meu abraço

Tenho que seguir o meu destino só

Ninguém tem culpa de eu estar só

Não venha sentir dó de mim

Vou me levantar para voltar

Ninguém vai me ver voltar

Que saudades de você

Quero poder conversar com você

Quero beber a nossa última cerveja

Vou te abraçar para te deixar seguir

Eu com sinceridade te desejo felicidades

Eu te amo muito do fundo do meu coração

No Arpoador vou ficar vendo as ondas

Chorando a saudades de você

Do seu abraço confortável

Vou partir sem previsão de voltar

Por favor não chorem

Eu resolvi virar um eremita


Arthur Claro


Essa poesia foi criada depois que eu sonhei com os cinco primeiros versos dela, eu ainda não estive no Arpoador (Rio de Janeiro), mas sonhei com ele.

21 de fevereiro de 2019

AUTOBIOGRAFIA (ANÔNIMO)


Um de setembro e eu me lembro
Da história triste que existe
Sou um garoto solitário e muito otário
Que nessa data infeliz quebrei o nariz
Cai de lado igual um retardado
Após desviar da mosca e pisar na poça
Sentindo-me indiferente com dor de dente
Fiquei ali estirado todo ralado
Com uma dor profunda na bunda
Lembrei do meu tempo de infância quando perdi a confiança
De tudo que na vida existia, meu pai, minha mãe e minha tia
Sou um garoto e não mereço ser nomeado, jamais serei homenageado
Lembro dessa historiada e dou muita risada
E como sempre se ferrando a minha vida vou levando

Arthur Claro

Essa poesia foi criada a partir do acaso sobre ninguém específico e a imagem foi retirada do Google.