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21 de abril de 2022

NÃO ME CALO TÃO CEDO

Velhos costumes
Os mesmos sujos e vermes
Metem, mentem e metem novamente
Insultam despropositadamente
Tocam corpos sem permissão
Objetificam seres humanos sem razão

Sujos costumes
Asquerosos velhos vermes
Não pedem desculpas sinceramente
Gozam, gritam e gozam novamente
Um sentimento de reprovação
Estupram mulheres sem razão

Seres desprezíveis equivalente a estrumes
Estes boçais possuem velhos costumes
Metem, gozam, cospem e metem novamente
Eles não merecem perdão
Não merecem liberdade entre a gente
Só merecem reclusão

Não sou uma vítima
Mas isto poderia acontecer com a sua prima
Ou até a sua namorada
E você ficaria sem fazer nada?
Denunciem sem medo
Não se cale tão cedo

Arthur Claro


Essa poesia foi criada é sobre a violência sexual que muitas mulheres sofrem pelo mundo e também aqui no Brasil, então fiz essa poesia para denunciar este crime atroz e peço que vocês também não se calem sobre isso ou qualquer outro tipo de violência.