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16 de outubro de 2026

16/10/2026 - MINHAS INTERPRETAÇÕES DAS PLACAS DE TRÂNSITO


Hoje o post é da tag JORNALISTA ≠, a parceria entre eu (Arthur Claro) e o Emerson Garcia. Hoje iremos apresentar as nossas interpretações das placas de trânsito, ficou acordado que eu iria escolher 10 para ele falar o que significava pra ele a placa e ele escolheria 10 pra eu fazer as minhas considerações, pode ser que acabamos escolhendo as mesmas placas, mas as interpretações podem ser outras, também é importante vocês saberem que nem eu e nem ele temos CNH (Carteira Nacional de Habilitação), isso pode ajudar ou não nas interpretações que faremos das placas de trânsito.


PERMITIDO ANDAR DE MONOCICLO


COQUEIROS SEM COCO CORRENDO POR PERTO


PERMITIDO JOGAR PEDRAS NO CARRO SEM MOTORISTA

ATRAVESSIA DE COBRAS


BICICLETISTAS NA ESQUERDA DOS CAMINHANTES


SALSICHARIA À FRENTE


PERMITIDO RODAR COM PNEUS COM CORRENTES


PROIBIDO EMPURRAR CANHÕES


ÁREA RURAL NAS PROXIMIDADES


PERIGO DE ATAQUE DE POLVOS

Tirando a parte humorada, eu não fiz as minhas interpretações levando à sério, eu não sei o que o Emerson aprontou nas placas de trânsito que eu sugeri pra ele, porém vocês podem conferir visitando o Jovem Jornalista (www.jj-jovemjornalista.blogspot.com) e na próxima semana volto para mostrar o real significado das placas que o Emerson interpretou e ele vai trazer o real significado das placas que eu interpretei.
Para finalizar vou deixar uma musiquinha pra relaxar nesta sexta-feira.



14 de novembro de 2019

SAUDADES DE TI

Ai! Que noite tediosa
Saudades de ti
Lembro de você com a mini saia jeans
Esperando por clientes seminua
Sim por você eu tinha apreço
Sei que nunca fui o seu cliente

Sinto saudades de te ver pela janela
Da minha memória você não sai
Pois ainda lembro do carro desgovernado
E eu não pude fazer nada por ti
Só de ficar puto com aquele demente
Como eu queria ter anotado a placa

Ainda bem que liguei para a polícia
Fiz de tudo para ter te socorrido
Sempre que penso em você a sua imagem surge
Vejo você como te vi pela última vez
E digo sempre “Adeus minha companheira”
Retomando sempre aos meus versos

Arthur Claro

Essa poesia foi criada a partir da vontade de dar uma continuação para a poesia "Atropelaram a travesti". Não coloquei imagem porque não achei uma interessante?

13 de dezembro de 2018

ATROPELARAM A TRAVESTI


Madrugada serena e silenciosa
Na esquina esta uma travesti
Ela veste uma blusinha preta e mini saia jeans
Poucos carros passam pela rua
Alguns param perguntando o preço
Mas hoje ela não consegue um cliente

Eu da minha janela tenho empatia por ela
Pois as horas passam e a temperatura cai
De repente um carro desgovernado
Sem tempo de reação atropelou a travesti
O motorista da ré no carro e foge rapidamente
Não consigo anotar a placa

Fico entre descer ou ligar para a polícia
Ligo e digo sobre o ocorrido
Dez minutos uma viatura surge
Então desço para ver ela pela última vez
Digo em voz baixa “Adeus minha companheira”
Volto para o meu quarto escrever estes versos

Arthur Claro

Essa poesia foi criada a partir da visão de uma sandália que eu vi na rua em um dia que eu estava indo trabalhar, não sei a quem pertencia a sandália, eu muito menos moro em um sobrado que dá para ver a rua da minha janela, mas sei que o objeto me fez querer escrever uma poesia sobre uma travesti. Aqui neste blog não tem espaço para intolerância de gêneros, quem vier comentar contra sobre transfobia, homofobia e outra manifestação sobre qualquer assunto que não seja a poesia ou a breve história de criação dela lamento informa, o comentário não será aceito. A imagem eu retirei do Google, pois infelizmente não fiz registro da sandália musa inspiradora.

1 de março de 2017

VOLTANDO PARA A CASA DEPOIS DO CARNAVAL

Hoje é quarta-feira de cinzas, acabou o carnaval e então bora pegar a estrada e voltar para casa e para a rotina, mas as estradas estão cheias e então aqui vai um gif que mostra como não dirigir nas estradas...


Se dirigir não beba, mas se for beber me chama...