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17 de abril de 2017
6 de outubro de 2016
ALUCINAÇÃO BREVEMENTE CARETA
Amada bela cante docemente
Ela faz geral humanizar
Igual Jesus kilometros labutou
Mas não obedeceu prometendo
Querida Raquel sonhe tranqüila
Uma vez Wanda xingou Yolanda
Zeferina
Agora bebi cachaça do Ébano
Faço grandes humilhações
infantis
Já Kátia limpa minhocas
Ninguém optou por queijo
Rapaz salva três ursos vadios
William xerocou Yoda zangado
Acordei bem cedo
Desci escorregando ferido
Gritei hemorragia interna
Julien Kosvic lamentou minha
neurose
Ontem pesquei quinze ratos
sendo treze urinando volumosamente
Wanderléia xaveca Yuri
zombeteiro
Arthur Claro
Essa poesia foi criada sobre a loucura de ter alucinações sem beber nem um gole de bebida alcoólica ou uso de tóxicos, utilizei todas as letras do alfabeto para compor esta poesia, quem encontrar sentido me diga nos comentários. A imagem retirada do Google, eu achei interessante e quis colocar, deve ser porque achei que combinava com a falta de nexo que a poesia.
30 de setembro de 2015
ARTE DO ABSURDO #05
Ontem vi uma postagem no Facebook que me deixou indignado com o conteúdo dela, era um relato sobre o que uma garota que nem conheço pessoalmente que tinha sido espancada por duas criaturas que acharam que tinham o direito de fazer o que fizeram.
Vejam: https://www.facebook.com/ana.c.pecorari/posts/10153732615279558?fref=nf&pnref=story se caso alguém não conseguir ver me avisa que eu passo o link por e-mail.
#ATÉQUANDO?
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