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23 de novembro de 2023

GRITOS NA ESCOLA


Fujam desesperados pelos corredores
Corram pelas suas inocentes vidas
Quero ver vocês amedrontados
Pois isto me satisfaz tanto
Seus corpos caem no chão em poças de sangue
Enquanto eu caminho tranquilamente

Passos após passos e muitos disparos
Almas decadentes vão vagar por aqui
Sinfonia harmônica de choros e clamores
Hoje não vai ter recreio
Enquanto isso as mesas viram barricadas
Sonhos acabando sem receio

Não tem futebol de lata
E também não tem aula de matemática
As suas lágrimas são o meu prazer
Não tem mais fila na merenda
Os jornais vão me retratar
Histeria coletiva reagindo à minha serenidade

Arthur Claro


Essa poesia foi criada à partir das tristes notícias de invasões de escolas e morte de alunos (em Suzano (SP), Realengo (RJ) e outras escolas pelo Brasil e o mundo), não apoio estes crimes, os versos são um ponto de vista de um bandido, eu não sou este bandido e eu não estou fazendo apologia ao crime. Só quis retratar a minha tristeza das notícias. Vejam este post "2 MÚSICAS QUE TRATAM DE UM ASSUNTO QUE MERECE REFLEXÃO" e a música que ilustra essa poesia, pode ser melhor para entender o que esta poesia quer dizer.

19 de outubro de 2023

AMOR DE CIDADE INTERIORANA

Antonio conhece Julia na infância
Eles moram numa pequena diferença de distância
Eles estudam na mesma escola
Julia adora brincar de boneca
Enquanto Antonio prefere jogar bola
Ambos têm a mesma hora de soneca

Antonio e Julia se apaixonaram na adolescência
Eles se beijam pela primeira vez num projeto de residência
Eles ainda frequentam a mesma escola
Julia tem agora amigas para fofocar
Enquanto Antonio continua a jogar bola
Ambos têm a mesma vontade de namorar

Antonio e Julia agora adultos se preparam para o casamento
Eles não tiveram nenhum distanciamento
Eles são professores na velha escola
Julia ensina as crianças a ler e escrever
Enquanto Antonio deixa as crianças jogarem bola
Ambos têm a mesma intensão de ver a família crescer

Antonio e Julia agora são velhos e eternos amantes
Eles ficam na varanda relembrando o tempo antes
Eles moram defronte à escola
Julia está fazendo um tapete de crochê
Enquanto Antonio vê os meninos jogando bola
Ambos têm esse amor de cidade interiorana clichê

Arthur Claro


Essa poesia foi criada de improviso, somente com a ideia inicial de mostrar um romance que começou na infância e foi até a velhice do casal, não é uma história real, mas foi bem clichê.

21 de maio de 2020

NADA DIFERENTE DE OUTRORA


Não sei se eu corro ou eu morro nesse velho oeste moderno
Não sei se eu socorro ou eu sou socorrido de balas nada perdidas
Eu só quero passar (me dê licença)
Gritos, lágrimas e ADEUS (AMÉM)
A luz do dia não esconde a violência cotidiana
Triste realidade das nossas cidades

Notícias repetidas nos jornais (talvez)
Desemprego aumentando no país
Guerra da fome (do norte ao sul)
Crianças fora da escola (pedindo esmola)
Polícia e Bandido não é uma brincadeira
Gritos, lágrimas e ADEUS (AMÉM)

Corrida da sobrevivência na escassez
Patrão dispensando vários funcionários (por falta de salários)
Enquanto isso os políticos querem enriquecer
Nada diferente de outrora
Gritos, lágrimas e ADEUS (AMÉM)
Muita gente e pouco pão

Passado mais presente no futuro?
Será que isso vai passar? (assim espero)
Quero ser feliz em algum momento
Quero ver o meu país prosperar
Não quero ser taxado de utópico
Não quero gritos, lágrimas e ADEUS (AMÉM)

Arthur Claro

Essa poesia foi criada sobre as notícias que podem ser novas ou nem tanto assim. A imagem é retirada do Google.

15 de março de 2016

ALGUMAS PALAVRAS QUE PODEM TE FAZER LEMBRAR DO TEMPO DE ESCOLA OU NÃO


Eu selecionei algumas palavras que para mim me fazem lembrar do tempo que eu estudava, fiz uma lista de palavras uma de cada matéria, leiam e vejam se vocês também se lembram do tempo de escola.

ENUNCIADO: Quando o professor começava a prova escrita dizendo, "anotem o enunciado..." e aí no meio da questão já batia o nervoso de não lembrar a matéria que era para ter estudado.

DITADO: Era o momento aonde era preciso mostrar conhecimento de como se escrevia certas palavras e de que eramos capazes de acompanhar o ditado sem se perder.

PREDICADO: Nas aulas de gramática que nós se perdia procurando o sujeito e depois separando o verbo e o predicado.

HIPOTENUSA: Era nas aulas de matemática que ela sumia e aí basta nós calcular os catetos para encontrá-la e ainda calculávamos quantas vezes iremos usá-la no nosso futuro.

CÁLCULO ESTEQUIOMÉTRICO: A mesma indagação que fazíamos sobre a Hipotenusa, mas agora nas aulas de química.

EQUAÇÃO DE TORRICELLI: Era a conta que nos fazia calcular a velocidade dos carros em metros por segundo.

MITOCÔNDRIA: Nas aulas de biologia tínhamos que se transformar em Leonardo da Vinci para fazer o desenho desse criatura e depois ter que entender o que foi desenhado.

VERBO TO BE: Aprendíamos nas aulas de inglês e depois se sentíamos que já podíamos ir para a Disney falar com o Mickey.

PERÍODO FEUDAL: Nas aulas de História aprendíamos que na Europa tinha feudos, senhores feudais e vassalos.

GLOBALIZAÇÃO: Aprendíamos que o mundo não era tão pequeno e que se não houvesse a tal globalização não seria capaz de se comunicarmos com os outros países.

Estas foram as minhas palavras, quais são as suas palavras? Deixem nos comentários.

28 de setembro de 2015

MÚSICA URBANA 2 - LEGIÃO URBANA



Está música é uma das que eu não canso de ouvir da Legião Urbana. Ela retrata uma realidade de qualquer cidade.