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27 de abril de 2026

27/04/2026 - EU...



SEJA VOCÊ O QUE VOCÊ É, DESDE QUE RESPEITE O OUTRO COMO ELE É. REFLITAM ISSO HOJE E SEMPRE

6 de março de 2023

AS 10 MULHERES TRANS QUE QUEBRARAM A BARREIRA

As mulheres trans têm enfrentado muitas lutas e desafios ao longo dos anos, incluindo o estigma social, a discriminação e a violência. No entanto, muitas delas têm conquistado seu espaço e se tornado verdadeiras inspirações em suas áreas de atuação, seja na música, na televisão, na política ou em outras áreas. neste post, irei apresentar apresentar cinco mulheres trans brasileiras e cinco mulheres trans internacionais que se destacaram por seu talento, carisma e coragem. Conheça suas histórias inspiradoras e veja como elas têm ajudado a quebrar barreiras e a promover a diversidade em todo o mundo.

Valéria Barcellos: Foi a primeira mulher trans a se formar em jornalismo no Brasil, ela é também uma escritora e ativista pelos direitos LGBTQIA+, ela já publicou diversos livros, incluindo a autobiografia "Valéria: Minha História de Amor".

Laverne Cox: É uma atriz e ativista norte-americana, conhecida pelo o seu papel na série "Orange Is the New Black", da Netflix. Ela é uma das vozes mais importantes do movimento trans nos Estados Unidos e já participou de diversas campanhas e projetos em defesa da igualdade de direitos.

Linn da Quebrada: Ela é uma cantora, compositora e atriz, ela se destacou com o álbum "Pajubá", que mescla elementos de música eletrônica e hip hop com letras que abordam questões de gênero e sexualidade. Ela também é ativista pelos direitos LGBTQIA+, já participou de diversas campanhas e projetos relacionados ao tema e também participou do reality show Big Brother Brasil na vigésima segunda edição.

Janet Mock: Escritora, diretora e ativista pelos direitos LGBTQIA+, Janet é conhecida por seu livro "Redefining Realness", que conta a sua história de vida como uma mulher trans negra nos Estados Unidos, ela é uma das lideranças do movimento trans no país e luta por uma maior visibilidade e representatividade na mídia e na política.

Laerte Coutinho: É uma cartunista e escritora, Laerte é uma das mais importantes vozes do movimento LGBTQIA+ no Brasil, ela já publicou diversos trabalhos que abordam questões de gênero e sexualidade, incluindo a série de quadrinhos "Laerte-se", que virou um documentário na Netflix.

Munroe Bergdorf: É uma modelo, DJ e ativista pelos direitos trans, Munroe é uma das vozes mais influentes do movimento LGBTQIA+ no Reino Unido. Ela já participou de campanhas para marcas famosas e é reconhecida por sua defesa da diversidade e da inclusão nas passarelas e na mídia em geral.

Lea T: É uma modelo, estilista e ativista pelos direitos das pessoas trans. Ela é filha do ex-jogador de futebol Toninho Cerezo e se tornou uma das modelos trans mais famosas do mundo, desfilando para marcas como Givenchy e Chanel, ela também é uma das principais vozes na luta pela visibilidade e reconhecimento das pessoas trans na moda e na mídia.

Caitlyn Jenner: É uma ex-atleta olímpica e personalidade da televisão norte-americana, ela é uma das figuras trans mais conhecidas do mundo. Ela é ativista pelos direitos LGBTQIA+ e já participou de diversos projetos em defesa da igualdade de direitos e da visibilidade trans.

Roberta Close: É uma modelo e atriz brasileira que se tornou famosa nos anos 80. Ela foi uma das primeiras mulheres trans a alcançar um grande sucesso na indústria do entretenimento brasileiro, atuando em filmes e programas de TV. Ela também é uma das principais vozes na luta pela visibilidade e reconhecimento das pessoas trans na sociedade, ela também foi a primeira trans a posar nua para a edição brasileira da revista Playboy, lançada em março de 1990.

Amara La Negra: É uma cantora, atriz e ativista pelos direitos trans e negros, Amara é uma das vozes mais importantes do movimento LGBTQIA+ na América Latina. Ela luta pela valorização da cultura afro-latina e pela inclusão de pessoas trans nos meios artísticos e culturais.

Essas mulheres trans, brasileiras e internacionais, são verdadeiras inspirações para todos nós. Elas têm enfrentado muitos desafios em suas vidas, mas nunca deixaram de lutar por seus sonhos e por um mundo mais justo e inclusivo. Que suas histórias de coragem e determinação nos inspirem a sermos mais empáticos, tolerantes e respeitosos com todas as pessoas, independentemente de sua identidade de gênero.

28 de junho de 2022

DIA INTERNACIONAL DO ORGULHO LGBTQIAP+

Hoje é comemorado o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAP+ e então para demonstrar o meu respeito vou deixar aqui uma imagem e um barulho nas mentes de vocês.




28 de junho de 2019

DIA DO ORGULHO LGBTQ+

Para comemorar este dia resolvi compartilhar com vocês algumas imagens que já compartilhei nos meus perfis de Instagram (@arthur_claro) e Facebook particulares e também no Instagram do blog (@smecpr).







Não é por eu ser hétero que preciso ser omisso ou repudiar o orgulho LGBTQ+ e sim posso apoiar para que sejam felizes sem sofrimentos. Um beijo para quem quer beijo e um abraço para quem quer abraço.

25 de setembro de 2017

CURA GAY


O que é Cura Gay? Segundo o Juiz da 14ª Vara Federal no Distrito Federal, Waldemar Cláudio de Carvalho é um tratamento terapêutico com seres humanos que possuem a característica de amar outro ser humano do mesmo sexo, a terapia promete reverter esta característica e fazer que um ser humano só ame outro ser humano do sexo diferente. A terapia é feita por psicólogos que não correm o risco de serem punidos pelo CFP (Conselho Federal de Psicologia) por praticarem essa terapia. Esta tal terapia vem na contra-mão do que diz a OMS (Organização Mundial da Saúde) que desde 1990 a HOMOSSEXUALIDADE NÃO É UMA DOENÇA, portanto não existe cura e nem medicamento para isto. Em um passado não tão distante um jovem rapaz chamado Alecsander Alves cantava com a sua banda "Abra sua mente/Gay também é gente", então por que será que em pleno ano 2017 temos que curar outros seres humanos por eles amarem outros seres humanos do mesmo sexo?


OBSERVAÇÃO: A citação do Juiz Waldemar Cláudio de Carvalho não foi 100% que transcrevi aqui, porém eu quis colocar de um modo que eu achei interessante e não por ser politicamente correto.

OBSERVAÇÃO 2: O Alecsander Alves é o Dinho da banda Mamonas Assassinas.


30 de junho de 2017

REFLITA PORÉM TENTE NÃO CHORAR

Há um tempo atrás eu estava pensando em um post para a minha participação na Semana do Orgulho LGBTQ+ do blog Jovem Jornalista aonde eu tenho posts em parceria com ele e também uma rádio escrita, então numa das minhas andanças pelo Google e por blogs e tumblrs aleatórios acabei encontrando uma história em quadrinhos, salvei as imagens porém esqueci de salvar a fonte de onde copiei (me perdoem), mas enquanto pensava mais sobre a minha participação me veio outra ideia e então guardei a história em quadrinhos para mim postar aqui e usar a ideia que eu tive no Jovem Jornalista, para saber qual foi a ideia aguarde até amanhã para ver o post lá, guardem este link www.jj-jovemjornalista.blogspot.com.br/ enquanto o amanhã não chega veja os outros posts que os outros colaboradores e o Emerson fizeram durante toda essa semana. Agora chega de enrolação e vamos ver a história em quadrinhos.





A criança não nasce preconceituosa, então porque será que devemos ser preconceituosos com as pessoas. Vamos refletir está história em quadrinho e tentar não chorar, a refletir temos que ver que o mundo precisa melhorar ao invés de ter preconceitos. Um bom fim de semana para todos e FORA TEMER (ENTENDEDORES ENTENDERÃO)