Mostrando postagens com marcador NÃO ÀS DROGAS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador NÃO ÀS DROGAS. Mostrar todas as postagens

20 de outubro de 2017

8 de junho de 2017

AOS VINTE E SETE


Sozinho e isolado em um quarto escuro
Está angustiado querendo na verdade ser abortado
O sangue corre pelas veias do corpo puro
Não consegue manter-se acordado
O corpo não tem mais força pra viver
Só esperando a hora de morrer

A figura cadavérica no espelho reflete
As drogas vão até aonde ninguém que ir
Sua aparência não é de quem tem vinte e sete
Pois não te vejo mais a sorrir
A dor que sentes parece que não vai cessar
Os olhos alguma hora irão cerrar

Os dias viram semanas que viram meses
Saudades do tempo que ainda não veio
Uma agonia que bate por várias vezes
A cabeça vive num verdadeiro devaneio
Finalmente a alma irá descansar em paz
Para acabar o sofrimento nada que um lindo “Aqui Jaz”

Arthur Claro

Essa poesia foi criada quando eu completei 27 anos e eu lembrei do Kurt Cobain, da Janis Joplin, do Jimi Hendrix, do Jim Morrisson, da Amy Winehouse e outros famosos que morreram com 27 anos, então está poesia é de certa forma uma homenagem para eles. Como vocês podem ver eu já passei dos 27 anos, neste exato momento estou com 30 anos. A imagem eu encontrei no Google.

19 de janeiro de 2017

SEM RECEITA


Sou um hipocondríaco confesso
A saudade que espero o regresso
Tomo remédios para doenças ainda não manifestadas
Sinto dor real para uma enfermidade fictícia
Estou num hospital decadente em ruínas e sem ambulância
Espero a dosagem das novas drogas

A enfermeira rabugenta me medica na veia
Passo o tempo relembrando o quadro “Santa Ceia”
A moléstia desaparece momentaneamente
Deito no leito me oferecem e eu aceito
Aproveito a situação reclamando de dor no peito
Meu coração bate violentamente

Vou tomar os analgésicos misturados com os soníferos
Quero me drogar em Paz sem enfermeiros
A represália veta a minha liberdade
Estou ficando dopado porém feliz
Alguém me receita um descongestionante de nariz
Com os outros enfermos faço amizades

Qual é a dosagem do novo antidepressivo?
Vou tomar mesmo sem motivo
Fico esperando a minha hora chegar
Sento na minha cama e começo a escrever
A ficção misturada com vinho quero sorver
Não tome remédios sem o médico receitar

Arthur Claro

Essa poesia foi inspirada um pouco na loucura e um pouco na série House M.D, eu escrevi imaginando um hipocondríaco surtando pela falta de seus remédios, o hipocondríaco não sou eu, eu não sou de tomar remédios sem razão e mesmo com razão sou muito relutante. A imagem foi retirada do Google.

17 de junho de 2015

DELEITE ROMÂNTICO ORNANDO GRANDES AMORES SINCEROS

Milésimos de segundo sem você são eternos
Andarilhos indo ao encontro do coração
Caminho de diversos atalhos para chegar
O tempo não conto mais para não surtar
Não sei se viverei com a sua ausência
Hoje pode ser assim, mas amanhã pior
As nossas vidas se completam

Loucos corações que improvisam um romantismo
Sinceras palavras são armazenadas no nosso inconsciente
Diariamente te amo incondicional sem reclamar

Escolho as mais belas flores para te entregar
Crianças no parque se divertem sem preocupações
Seu carinho é muito bom e acolhedor
Temo não ter mais a sua companhia
Amor que é eterno não se acaba de repente
Sim aos poucos e vai se amenizando e agonizando
Yellow Submarine é a música que nos faz bailar

Campos de flores é o nosso horizonte que flertamos
Rio límpido e cristalino é aonde se banhamos
Alva tez que me deixa apaixonado
Castanhos olhos que querem ficar vermelhos
Kilômetros e mais kilômetros longe de você não quero ficar

Há um amor escondido dentro de nós
Esperança de um romance duradouro
Romântico e doce encontro se une nesse momento
Os mais diferentes sentimentos eu já senti
Índios fazendo festa pra comemorar o amor
Ninguém sabe como se perde um amor verdadeiro
Assim me acostumei a te perder

Cansei de procurar a solução
Ouvi meu coração que me mostrou o caminho
Carícias na nuca e palavras amigas me conforta
Amigos verdadeiros são escassos e os falsos são inúmeros
Impossível é viver sem nenhuma companhia
Na vida se ganha e se perde muito rápido que nem notamos
Amor será que ainda existe amor? Se existir me mostre

Arthur Claro

Essa poesia foi criada sobre as drogas, sim acho que não deu para perceber né? Desculpa, mas eu falei sobre as drogas nessa poesia, não uso drogas e não faço apologia ao uso. A poesia é toda romântica, mas eu quis dizer sobre as drogas. Dica: Leia com calma. Dica 2: A imagem ajuda a entender a dica anterior.