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7 de novembro de 2024

CALEIDOSCÓPIO DOS ABSURDOS

Em suas entranhas as cores dançam sem pudor
Formando figuras sem rumo como miragens
O real e o irreal se confundem em seu universo
Um labirinto de lógica e devaneios
É um jogo de ilusões sem regras
As formas se desdobram em um espetáculo
Criando paisagens indecifráveis no caos
Podemos esperar pelos limites inusitados
Neste festival em ode a insanidade
Uma sinfonia de ideias caóticas
O véu se desfaz te despindo a alma
Um desejo que não se realiza
Uma vida sem pressa da morte
A introspecção entre ser ou deixar de ser
É a fertilidade de um terreno baldio
Um murmúrio de pensamentos que gritam
O vácuo do universo no paradoxo
O precipício onde vemos só o princípio
O surrealismo das contradições
O cosmo do nonsense desarticulado
Sem pudor de miragens em seu universo
Devaneios sem regras em um espetáculo
No caos a insanidade pelos limites inusitados
Ideias caóticas despindo a alma não se realiza
Pressa da morte de ser baldio
O princípio de pensamentos que gritam no paradoxo
Das contradições do nonsense desarticulado
O cosmo do surrealismo onde vemos o precipício
O vácuo do universo em um murmúrio
É a fertilidade de introspecção
Uma vida sem um desejo se despindo o véu
Uma sinfonia neste festival em ode que podemos esperar

Arthur Claro


Essa poesia foi criada como uma viagem através de um mundo de pensamentos caóticos, onde o real e o imaginário se misturam, explorando ideias que possam parecer desconexas e contraditórias, as palavras de cada verso parece quando você usa um caleidoscópio que vai formando outras imagens, pois aqui na poesia forma outros sentidos. Eu (Arthur Claro) não usei nenhum tóxico enquanto criava esta poesia.

18 de março de 2022

#SEXTOU


Se alguém fizer uma camiseta, caneca ou qualquer coisa com está ideia quero os créditos e 10% dos lucros das vendas, pois eu criei esta ideia do nada e quero lucrar com ela caso aconteça de alguém usá-la. Quem for realmente fazer algo deixa nos comentários o seu e-mail ou WhatsApp que eu entro em contato para combinarmos os detalhes da porcentagem.

8 de fevereiro de 2018

REAL

Sou assim essencial
Não quero te fazer mal
Não quero ser casual
Sou assim natural

Dizem que sou pecado capital
Mas sou um desejo carnal
Não sou um ato ilegal
Também não sou imoral

Sou muito atual
Mas podem dizer que sou atemporal
Sim sou normal
Posso agradar qualquer casal

Posso ser pré-nupcial
E até pós-nupcial
Um desejo consensual
Agora para acabar um ponto final

Arthur Claro

Essa poesia foi criada sem nenhum propósito, porém eu quis terminar todas as estrofes com "al" por achar interessante e achar sensacional. Não coloquei imagem, pois eu não quis.