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23 de setembro de 2026

23/09/2026 - 40 CARACTERÍSTICAS DE LIBRA

Há algum tempo atrás, eu (Arthur Claro) estava passeando pelo o feed do meu Instagram (@arthur_claro) vendo diversos posts e de repente encontrei alguns perfis que mostravam as características de pessoas librianas e/ou nascidas em Setembro, que no caso é o meu signo e eu nasci em Setembro, eu então fui juntando algumas destas características que eu me identifico e agora vou compartilhar com vocês, infelizmente esqueci de guardar os nomes dos perfis para dar os devidos créditos.

- Evita conflitos, mesmo se machucando;

- Tem dificuldades de dizer não;

- Se perde tentando agradar;

- Abri mão da própria voz para manter a Paz;

- Nas relações se sente bem onde pode dizer o que sente sem medo;

- Traz pessoas para perto sem constranger;

- Defende o justo mesmo quando isso te custa;

- Entende todos os lados sem perder a própria verdade;

- Gosta de ser mimado;

- Gosta de experiências culturais;

- Não gosta de desigualdade;

- Não gosta de agressividade;

- Não gosta de falta de consideração;

- Tem medo de decepcionar;

- Ama as pessoas sem filtros, encantando-se com detalhes que outros rejeitam;

- Guarda detalhes que alguém disse sem perceber;

- Pensa mil vezes antes de decidir;

- Amigável;

- Ambivertido (Consegue socializar bem, com desconhecidos ficam calados observando, quando ganham confiança se soltam e com os amigos é bom em ouvir e falar);

- Cuida de quem quer o bem;

- Não gosta de ser tratado como segunda opção;

- Disfarça, mas o olhar entrega;

- Não gosta de energias ruins;

- Romântico;

- É poesia tentando fazer sentido no meio do caos;

- Tem medo de ferir os sentimentos alheios;

- Atrai em falar sobre interesses em comum;

- Se desanima com conversas superficiais;

- Acredita que se ex-relacionamentos fosse bom, Deus não diria para amar o próximo;

- Deixar para amanhã sempre parece a melhor opção;

- Trata as pessoas com educação esperando que façam o mesmo;

- Sempre pronto para ajudar quem precisa;

- Cresce sem machucar ninguém;

- É bom em dar conselhos;

- Gosta de fazer as pessoas rirem mesmo quando estas pessoas não parecem estarem a fim de rir;

- Acredita que "não escolher" também é uma escolha;

- Gosta de fazer amizades com crianças até idosos;

- Consegue se definir na frase "Paz e Amor";

- Gosta de lugares felizes e com harmonia;

- Criativo.

Estas foram só as 40 características que julguei interessante apresentar para vocês, quem quiser me conhecer e conferir elas é só me procurar no Instagram @arthur_claro

23 de julho de 2026

23/07/2026 - O QUE É PIOR?


Cleide e Zulmira estavam sentadas lado a lado no ônibus, indo para o trabalho, quando de repente começaram a brincar de "o que é pior?". Uma dizia e a outra retrucava e vice-versa.

- Cagar na calcinha usando minissaia.
- Cagar no shorts.
- Cagar na porta do banheiro.
- Cagar na porta da igreja.
- Cagar na pia da cozinha.
- Cagar na pia do banheiro.
- Cagar no abacaxizeiro.
- Cagar na colher de chá.
- Cagar na marmita.
- Cagar na cama da sogra.
- Cagar num envelope e enviar pelo correio.
- Cagar em um potinho de iogurte.
- Cagar no liquidificador.
- Cagar no fogão.
- Cagar em pé numa rede de balanço.
- Cagar em cima de um formigueiro.
- Cagar durante o exame ginecológico.
- Cagar durante o sexo oral.
- Cagar na entrevista de emprego.
- Cagar durante o exercício da academia.
- Cagar no mato e só ter urtiga pra se limpar.


Quando de repente a brincadeira parou, pois chegou o meu ponto para descer, então eu fiquei sem saber quem ganhou a brincadeira.

Texto criado depois do autor (Arthur Claro) ouvir uma conversa similar, mas não soube informar os nomes das personagens por isso colocou estes nomes genéricos e o nome da empresa nas camisetas da imagem gerada pelo GEMINI é fictícia.

8 de maio de 2025

9 PASSOS QUE O CHAT GPT DEU PARA CRIAR UMA "ARTE"

Meus caros leitores, venho trazer mais uma "arte" que o Chat GPT aprontou, não estou dedurando ele e sim compartilhando com vocês algo que me deixou feliz de ter vivido com o auxílio do Chat GPT.

1º Eu fiz um desenho qualquer em um pedaço de papel.


2º Tirei uma foto e pedi para o Chat GPT recriar.


3º Pedi para ele completar o desenho. Nisso ele fez as seguintes sugestões:
  • Rosto: Adicione olhos ovais grandes e expressivos, com pupilas voltadas para frente.
  • Nariz e boca: Um focinho curto com um pequeno nariz preto e uma boca sorridente ou neutra.
  • Orelhas: Mantenha as orelhas longas e pontudas, talvez com listras ou detalhes internos.
  • Corpo: Dê mais forma aos braços e mãos (com dedos visíveis), e talvez uma pequena cauda felpuda.
  • Roupa (opcional): Você pode vestir o personagem com um colete, cinto ou camiseta simples para dar personalidade.
  • Cenário (opcional): Adicione um fundo simples, como grama ou uma floresta, para contexto.
4º Eu concordei com tudo, porém pedi para ser acrescentar uma camiseta com referência ao Rock n' Roll.


5º Então pedi para ele sugerir um nome: Nisso ele sugeriu o nome "Spike Rocker" que é uma referência as orelhas pontudas e ao estilo Rock n' Roll.

6º Não gostei e pedi um nome que fosse mais irônico.

7º Então ele sugeriu "Mozartinho" e eu gostei.

8º Foi então que sugeri para ele criar uma tirinha em três partes.


9º Eu só editei a parte do banner e agora lhes apresentei essa "arte" que o Chat GPT aprontou, o que vocês acharam?

Se você por acaso gostou deste meu post, veja o post "OLHEM O QUE O CHAT GPT APRONTOU" e então me digam o que acham dessas coisas loucas que eu e o Chat GPT aprontamos.

2 de maio de 2025

A GAROTA DA JANELA

ANTES DE COMEÇAR A LER... O COMPILADO FOR SEPARADO POR RETICÊNCIAS (...) PARA DIFERENCIAR O DIA QUE POSTEI. ESPERO QUE GOSTEM.

Luísa começava seu dia com um café forte e a vista da janela de seu apartamento no sexto andar, observava a rua movimentada enquanto despertava. Foi então que ela a viu pela primeira vez, uma garota na janela do prédio vizinho, o cabelo escuro e ondulado, os olhos misteriosos que pareciam refletir toda a melancolia, ela parecia estar esperando por algo, ou alguém.

Luísa suspirou profundamente como se tivesse apaixonada, paixão à primeira vista, quem nunca? Ela terminou seu café, repousou a xícara na pia e foi se arrumar para ir trabalhar, enquanto se vestia, Luísa não conseguia tirar da cabeça a imagem da garota, se enchia de perguntas: quem seria ela? O que a fazia parecer tão triste? Vestiu uma blusa simples e calça jeans, prendeu o cabelo num rabo de cavalo e pegou sua bolsa.

Ao sair do apartamento, passou pela portaria, cumprimentando o zelador com um aceno. Na rua, o dia estava claro e o sol começava a esquentar a calçada. Luísa caminhou até o ponto de ônibus, ainda imersa em pensamentos. O ônibus chegou e ela entrou, sentando-se junto à janela. Olhou para fora, observando a cidade passar, e sua mente vagava.

Chegando ao trabalho, Luísa tentava se concentrar nas tarefas, em um momento de distração, derrubou uma pilha de papéis e recebeu um olhar de repreensão do chefe, ela se desculpou e voltou a focar no que tinha que fazer, mas algo dentro dela ansiava por descobrir mais sobre a garota da janela.

Ao final do expediente, o caminho de volta para casa parecia mais longo, cada passo parecia ritmado pela expectativa de chegar em casa. Subiu as escadas do prédio, entrou em seu apartamento e correu até a janela. O céu já começava a escurecer, tingido de tons de laranja e rosa pelo pôr do sol.

Preparou um jantar e sentou-se à mesa, ainda de olho na janela. O silêncio do apartamento parecia mais pesado naquela noite, quebrado apenas pelo ruído distante da cidade, e então, enquanto lavava a louça, ouviu um som, olhou para fora e viu, no prédio ao lado, uma luz se acendendo na janela, a garota estava lá novamente, sentada, olhando para o horizonte com a mesma expressão melancólica.

...

Na manhã seguinte, Luísa acordou ao som do despertador, que a despertava. Sentou-se na cama e espreguiçou-se, sentindo o corpo ainda cansado da noite anterior. Levantou-se e foi até a cozinha preparar seu café forte habitual.

Como de costume, caminhou até a janela com sua xícara de café em mãos. A rua lá embaixo já estava movimentada, pessoas indo e vindo, começando mais um dia. Olhou para o prédio vizinho, mas a janela da garota estava fechada, as cortinas puxadas. Luísa sentiu uma leve pontada de decepção.

Terminou seu café, deixou a xícara na pia e foi se arrumar para o trabalho. No banheiro, lavou o rosto e prendeu o cabelo em um rabo de cavalo. Vestiu uma blusa simples e jeans, pegou sua bolsa e saiu do apartamento.

Na portaria, cumprimentou o zelador com um sorriso e um aceno. A manhã estava clara, o sol brilhava no céu sem nuvens. Caminhou até o ponto de ônibus, observando as cenas cotidianas: crianças indo para a escola, pessoas apressadas a caminho do trabalho, o vendedor de jornais na esquina.

No ônibus, sentou-se junto à janela novamente. O trajeto para o trabalho parecia mais rápido hoje, ou talvez fosse sua mente que estava mais focada. No escritório, mergulhou no trabalho, tentando evitar distrações. Sua eficiência foi notada pelo chefe, que lhe deu um sorriso de aprovação, aliviando um pouco a tensão da reprimenda do dia anterior.

Durante o almoço, sentou-se com alguns colegas na lanchonete. A conversa era leve, sobre assuntos do dia a dia, e Luísa aproveitou o momento para relaxar. Terminou a tarde de trabalho com um sentimento de dever cumprido.

Ao final do expediente, pegou o ônibus de volta para casa. O trajeto parecia mais rápido, como se a expectativa tivesse se dissipado. Subiu as escadas do prédio, entrou em seu apartamento e foi direto para a janela. As cortinas na janela ainda estavam fechadas.

Preparou o jantar, sentou-se à mesa e comeu em silêncio. A noite caiu lentamente, trazendo consigo a serenidade do entardecer. Enquanto lavava a louça, não havia sinal da garota.

A noite avançou tranquilamente, e Luísa sentiu o cansaço do dia tomando conta de seu corpo.

...

Na manhã seguinte, Luísa acordou com uma dor aguda no abdômen. Seu despertador ainda não tinha tocado, mas a cólica a tirou do sono profundo. Sentou-se na cama, tentando aliviar o desconforto, o relógio marcava 5:30.

Arrastou-se até o banheiro e tomou um analgésico, na esperança de que a dor diminuísse. Voltou para a cama, mas não conseguia dormir. Então, levantou-se e foi até a cozinha preparar seu café forte, uma tentativa de trazer alguma normalidade àquela manhã.

Com a xícara de café nas mãos, caminhou até a janela. A rua lá embaixo estava começando a se agitar, as primeiras pessoas saindo para iniciar o dia. Olhou para o prédio vizinho, e desta vez, notou algo diferente: a janela da garota misteriosa estava aberta e, no parapeito, havia um pequeno vaso de flores. Luísa sorriu pela surpresa.

Terminou seu café, deixou a xícara na pia e foi se arrumar um pouco. Mesmo decidida a faltar ao trabalho, queria estar apresentável. No banheiro, lavou o rosto e prendeu o cabelo em um coque frouxo. Vestiu um moletom confortável e calças de algodão.

Depois, voltou à janela e observou melhor o vaso. Era um vaso simples, de cerâmica marrom, com flores amarelas brilhantes. Algo no arranjo lhe parecia cuidadosamente preparado, como se fosse um sinal. Ligou para o chefe anunciando que iria faltar, pois não estava se sentindo bem.

Resolveu aproveitar o dia de folga para relaxar. Pegou um livro da estante e se acomodou no sofá e passou a manhã lendo.

Ao meio-dia, sentiu fome e foi preparar um almoço. Enquanto cozinhava, ouviu um som vindo do prédio vizinho. Foi até a janela e viu a garota abrindo as cortinas e se inclinando para ajustar o vaso. Suas mãos delicadas cuidavam das flores com atenção.

Depois do almoço, decidiu que precisava sair e se distrair um pouco. Vestiu um casaco leve e saiu para uma caminhada pelo bairro. Quando voltou, viu que a janela ainda estava aberta.

A tarde passou devagar, a dor não era tão forte quanto pela manhã. Quando o sol começou a se pôr, a noite caiu, e a janela estava fechada, mas desta vez as cortinas abertas deixando à vista o vaso.

...

Na manhã seguinte, Luísa acordou ao som da chuva batendo na janela, a dor no abdômen havia diminuído, mas ainda sentia um leve desconforto. Olhou para o relógio: 7:00, decidiu que estava bem o suficiente para ir ao trabalho.

Levantou-se e foi até a cozinha preparar seu café, enquanto esperava a água ferver, olhou pela janela, a rua estava molhada, os pedestres apressados sob guarda-chuvas coloridos.

Com a xícara de café nas mãos, foi até a janela novamente, notou que a janela da garota misteriosa ainda estava aberta, mesmo com a chuva. O vaso de flores amarelas permanecia no parapeito, mas agora havia pequenas gotas de água brilhando nas pétalas, refletindo a luz cinzenta do dia nublado.

Terminou seu café e foi ao banheiro. Lavou o rosto e prendeu o cabelo em um coque frouxo. Colocou uma blusa de lã leve e jeans confortáveis, sentindo-se pronta para o dia.

De volta à sala, pegou sua bolsa e o guarda-chuva, estava pronta para enfrentar a chuva, desceu as escadas do prédio e abriu o guarda-chuva assim que saiu para a rua, caminhou rapidamente até o ponto de ônibus

No escritório, a rotina seguiu seu curso habitual, mas de vez em quando sua mente vagava de volta para a janela da garota misteriosa.

A tarde passou rapidamente, quando finalmente saiu do escritório, a chuva havia diminuído para uma garoa leve, abriu o guarda-chuva e caminhou de volta para o ponto de ônibus, apreciando o ar fresco e úmido.

Chegando em casa, foi direto para a janela, a janela da garota estava fechada, mas as cortinas permaneciam abertas, permitindo que o vaso de flores amarelas fosse visto claramente.

Luísa se sentou no sofá com um suspiro de alívio, pegou o livro que tinha começado a ler e se acomodou para uma noite tranquila. O som da chuva, agora suave, era uma trilha sonora perfeita para o fim de um dia.

...

No sábado de manhã, Luísa acordou ao som dos pássaros cantando. O sol entrava pelas frestas das cortinas, e ela se sentia revigorada, sem mais dor no abdômen. Olhou para o relógio: 8:30. Ao olhar pela janela, notou que a janela da garota misteriosa estava fechada, mas as cortinas abertas revelavam o vaso de flores amarelas banhado pela luz dourada do sol.

Decidiu vestir-se de forma leve para aproveitar o dia bonito, escolhendo uma saia e uma blusa de alças. Saiu de casa com a ideia de ir ao café local. Ao descer as escadas, notou um gato preto cruzando seu caminho.

Chegando ao café, escolheu uma mesa na varanda para observar o movimento da rua. O gato preto apareceu novamente, sentando-se aos seus pés.

— Parece que você ganhou um admirador — disse o atendente.

Luísa riu e acariciou o gato. Depois do café, decidiu passear pelo parque, encontrando um banco perto de um lago. O gato aninhou-se ao lado dela. Observava as crianças brincando, casais passeando e famílias fazendo piqueniques. De repente, notou um grupo de artistas de rua se preparando para uma apresentação e caminhou até eles, curiosa.

Mais tarde, enquanto caminhava de volta para casa, passou por uma feira de artesanato. Ao chegar, o gato preto a seguiu até o prédio, parecendo pedir permissão para entrar.

— Você pode ficar por aqui se quiser — disse Luísa, abrindo a porta.

O gato entrou, e Luísa sorriu, feliz por ter companhia. Subiu para seu apartamento, abriu a janela e deixou o ar fresco entrar. O vaso de flores amarelas ainda estava lá, brilhando sob a luz do sol.

Luísa se acomodou no sofá, o gato ao seu lado. Sentiu-se grata por aquele dia ensolarado. Quando o sol começou a se pôr, tingindo o céu com tons de laranja e rosa, decidiu preparar algo para o jantar. Levantou-se, deixando o gato cochilando, e foi para a cozinha. Preparou uma salada fresca e massa leve.

Com o jantar pronto, Luísa serviu-se e ofereceu pedaços de frango ao gato, perto das 23:00, preparou-se para dormir. Desligou as luzes, deixando apenas a luz da lua iluminando o quarto. Deitou-se, o gato acomodando-se aos seus pés, e deixou o sono envolvê-la.

...

Na manhã de domingo, Luísa despertou com a luz suave do sol acariciando seu rosto, o gato ainda estava aos seus pés, enrolado em um sono profundo. Ela se espreguiçou, sentindo-se completamente relaxada, o relógio marcava 9:45, ao levantar, notou que a janela da garota misteriosa, desta vez tinha as cortinas balançando ao vento, mas não havia sinal da garota.

Luísa vestia uma bela camisola de seda azul-clara, depois de alguns minutos apreciando a vista, ela decidiu trocar de roupa para aproveitar o dia, escolheu uma camiseta confortável e uma calça legging preta, justa que se ajustava perfeitamente às suas pernas.

Preparou um café e comeu uma torrada com manteiga, o gato acordou com o cheiro do café, aproximando-se dela em busca de atenção, depois do café da manhã, Luísa decidiu sair para caminhar, antes de sair de casa, Luísa notou que a garota estava na janela, ela tinha um ar de melancolia. Surpresa por ver novamente a garota, Luísa hesitou por um momento, mas decidiu continuar seu caminho, o dia estava fresco, e uma leve brisa acariciava seu rosto, as ruas silenciosas, o gato a seguiu de perto.

Chegaram ao parque, onde Luísa escolheu um banco à sombra de uma grande árvore, o gato se aninhou ao seu lado, e ela passou a observar o ambiente ao seu redor. Viu como o sol criava padrões dançantes no chão através das folhas.

Quando a manhã estava quase no fim, Luísa e o gato retornaram para casa, ainda imersos na serenidade do dia, de volta ao apartamento, Luísa abriu todas as janelas, deixando o ar fresco circular livremente. Observou novamente a janela da garota misteriosa, agora totalmente aberta. Viu o vaso de flores amarelas, mas não havia sinal de movimento dentro do apartamento.

À medida que a tarde se transformava em noite, Luísa foi até a cozinha preparar uma sopa leve, perfeita para encerrar o dia, ao terminar seu jantar, deu um pouco de frango ao gato, que comeu satisfeito. Luísa então preparou-se para dormir, sentindo a satisfação de um dia calmo e revigorante. Deitou-se na cama, com o gato aninhado aos seus pés, o sono logo a envolveu, enquanto a lua iluminava o seu quarto.

...

Na manhã seguinte, Luísa foi despertada pelo som do gato miando ao pé da cama, o sol começava a iluminar o quarto, e ela abriu os olhos, o gato estava impaciente por sua atenção, pulou na cama, esfregando-se contra ela.

Ela se espreguiçou, afastando as cobertas, olhou para o relógio e viu que eram 7:00, ao se levantar, notou que a janela da garota misteriosa estava novamente com as cortinas balançando ao vento, mas não havia sinal dela.

Foi até a cozinha, onde preparou um café e algumas torradas, o gato a seguiu, sempre atento, após o café, vestiu uma blusa simples e calça jeans, deixou os cabelos soltos e pegou sua bolsa.

Antes de sair, olhou novamente para a janela da garota, dessa vez, a cortina estava fechada, mas havia algo que deixava Luísa intrigada e mesmo assim saiu para ir trabalhar.

O dia de trabalho foi longo, repleto de tarefas e ao final do expediente, pegou o ônibus de volta para casa, ao retornar para casa, Luísa desceu do ônibus sentindo-se exausta, quando ela entrou em seu apartamento, o gato correu para recebê-la, esfregando-se em suas pernas, ela fechou a porta atrás de si, foi até a janela e olhou para a janela da garota misteriosa, na esperança de ver algum movimento, mas nada. As cortinas permaneciam fechadas, ocultando o que estava acontecendo.

Luísa resolveu tomar um banho quente para relaxar, a água escorria pelo seu corpo, levando embora o cansaço do dia, após o banho, vestiu um pijama e sentou no sofá com o gato ao seu lado.

De repente, ouviu um barulho vindo do lado de fora, o gato parecia ter notado, pois levantou as orelhas e olhou para a porta. Luísa levantou-se, caminhou até a janela e espiou pela fresta das cortinas. Para sua surpresa, a janela da garota estava aberta e, à luz da lua, uma figura se movia dentro do quarto.

Ela estreitou os olhos, mas a figura desapareceu tão rápido quanto apareceu, o coração de Luísa começou a bater mais rápido. Não podia ignorar essa sensação, logo novamente uma silhueta de uma figura feminina podia ser vista na parede, esta imagem segurava uma faca, Luísa sentiu um arrepio percorrer a sua espinha.

...

Na manhã seguinte, Luísa foi novamente despertada pelo som do gato miando ao pé da cama. O sol começava a iluminar o quarto, ela abriu os olhos lentamente, ainda se lembrando dos eventos da noite anterior, o gato estava impaciente, pulou na cama e esfregou-se contra ela, exigindo atenção.

Espreguiçando-se, Luísa afastou as cobertas e olhou para o relógio, eram 7:00, sentiu uma curiosidade ao se levantar, recordando a noite anterior, caminhou até a cozinha, onde preparou um café e torradas, enquanto o gato a seguia.

Após o café, foi até o espelho do quarto e parou para se admirar, o reflexo mostrava uma mulher de expressão séria, mas com um brilho nos olhos, a luz da manhã realçava sua pele macia, e ela correu os dedos pelo cabelo, sentindo cada fio escorregar entre eles.

Aproximou-se mais do espelho, abrindo o roupão branco que vestia ao sair da cama, o tecido suave contra sua pele destacava suas curvas, e ela notou como o contraste do roupão realçava seu tom de pele, observou cada detalhe de seu corpo, sentindo uma onda de excitação crescer dentro de si.

Por um momento, considerou ceder àquela sensação e se deixar levar pelo desejo que sentia, mas sabia que não podia perder a hora do trabalho, respirou fundo, fechou o roupão e afastou-se do espelho, determinada a manter o foco.

Antes de sair para o trabalho, olhou pela janela mais uma vez. As cortinas da garota misteriosa estavam fechadas, sem sinal de movimento, se vestiu, pegou sua bolsa e saiu, determinada a enfrentar mais um dia.

O dia de trabalho foi longo e exaustivo, mas Luísa manteve-se focada. Ao final do expediente, pegou o ônibus de volta para casa, sentindo-se cansada, mas também determinada. Quando entrou em seu apartamento, o gato correu para recebê-la, esfregando-se em suas pernas, Luísa fechou a porta atrás de si e, como de costume, foi até a janela, espiou pela fresta das cortinas, esperando ver algum movimento, mais uma vez, as cortinas da garota permaneciam fechadas. Um mistério que continuava a intrigá-la. Decidiu tomar um banho quente para relaxar.

...

Luísa sentiu o toque quente da água do chuveiro deslizar sobre sua pele, cada gota trazendo uma sensação de relaxamento e prazer. O vapor enchia o banheiro, criando uma atmosfera íntima e envolvente, era um desses raros momentos de solidão em que ela podia se perder em seus próprios pensamentos e sensações.

Ela passava as mãos pelo corpo, sentindo a maciez de sua pele sob a água, seus dedos deslizavam pelo colo, pelos seios e pela barriga, apreciando cada curva e contorno. Luísa sempre foi segura de sua sensualidade, mas naquele momento, sozinha e rodeada apenas pelo som da água caindo, ela se sentia especialmente desejada.

A água escorria por seus cabelos molhados, que caiam em cascata pelas costas, e ela fechava os olhos, imaginando mãos que não eram as suas tocando-a com a mesma delicadeza, uma leve onda de excitação percorreu seu corpo enquanto ela se deixava levar pela fantasia.

Luísa sorriu para si mesma, gostando da sua fantasia, e deixou um pequeno suspiro escapar de seus lábios, ela se virou lentamente, deixando a água bater em suas costas, enquanto suas mãos continuavam a explorar seu corpo. Havia uma magia naquele momento, um misto de vulnerabilidade e poder que a fazia se sentir mais viva do que nunca.

Imaginava as mãos secretas seguindo o caminho da água, tocando-a com a mesma reverência, seu corpo reagia a cada pensamento, e ela permitia-se entregar completamente àquela sensação, na privacidade de seu chuveiro, Luísa encontrou um momento de pura conexão consigo mesma, um encontro íntimo entre o real e o imaginário.

Quando finalmente desligou o chuveiro, Luísa se sentiu revigorada e plena. Envolveu-se em um roupão macio, mas a sensação da água quente e a fantasia que ela criou ainda permaneciam em sua pele, como um segredo guardado apenas para si, ela saiu do banheiro com um sorriso no rosto, se vestiu com uma bela camisola rosa de cetim e deitou na cama.

...

Deitada na cama, a camisola de cetim rosa envolvendo seu corpo como uma carícia suave, Luísa fechou os olhos e deixou sua mente divagar. Sentia-se leve e relaxada, ainda tomada pelo efeito da fantasia que tinha vivido no chuveiro. Lentamente, ela começou a cair no sono, deixando-se levar por um sonho que prometia ser tão prazeroso quanto o momento anterior.

No sonho, Luísa estava em uma floricultura, o sol brilhando suavemente sobre sua pele. Ela vestia um cropped tie dye e um shortinho preto, a fragrância das flores preenchia o ar, trazendo uma sensação de calma e alegria.

De repente, ela avistou uma figura ao longe, alguém que parecia familiar e ao mesmo tempo misterioso. Conforme se aproximava, percebeu que era a garota misteriosa, seus olhos se encontraram e, sem trocar uma palavra, ela estendeu a mão para Luísa que sentiu um arrepio percorrer seu corpo quando tocou a mão dela, como se uma corrente de energia passasse entre elas.

Eles caminharam juntos pela cidade, e a cada passo Luísa sentia-se mais conectada a ela, pararam em um canto, onde a garota misteriosa gentilmente puxou Luísa para si, seus corpos quase se tocando, elas se olharam nos olhos, e sem dizer nada, a garota misteriosa começou a beijar o pescoço de Luísa com uma delicadeza que fez corpo inteiro dela reagir, cada beijo era como uma pequena explosão de prazer.

De volta à realidade, ainda adormecida, Luísa sentiu um calor familiar se acumulando entre suas pernas, o sonho estava tão vívido que seu corpo reagia como se fosse real, seu coração batia mais rápido, e ela se mexia levemente na cama, sentindo a umidade se formar em sua calcinha.

Deitada na cama, Luísa deixou escapar um pequeno gemido de prazer, a sensação de excitação a envolvia por completo, e ela se entregava a isso, saboreando cada momento.

...

Nos dias seguintes, a rotina de Luísa seguiu seu curso habitual, ela acordava, preparava seu café e torradas, e, após uma breve parada em frente ao espelho, saía para o trabalho. A figura misteriosa na janela da garota continuava a ocupar seus pensamentos, alimentando sua curiosidade.

Numa manhã, ao abrir os olhos com a luz suave do sol iluminando o quarto, Luísa sentiu uma energia diferente no ar. Depois de seu café habitual, decidiu passar mais tempo se observando no espelho. Vestida com uma camiseta tie-dye colorida e shorts jeans desfiados, ela admirou a maneira como as cores vibrantes destacavam sua pele. Seus cabelos longos e soltos caíam em ondas suaves sobre os ombros.

Luísa se aproximou mais do espelho, examinando cada detalhe de seu rosto e corpo. A luz da manhã realçava suas feições, e ela correu os dedos pelos cabelos, sentindo a maciez. Observou-se com atenção, percebendo como o tecido leve da camiseta acariciava sua pele e como o corte do shorts acentua suas curvas.

Antes de sair para o trabalho, olhou novamente pela janela. Viu a garota misteriosa, observando a rua, a visão reforçou a determinação de Luísa em desvendar o mistério, mas por ora, ela tinha que focar no seu dia.

Durante o trabalho, a imagem da garota misteriosa continuava a surgir em sua mente, era difícil concentrar-se nas tarefas, mas Luísa esforçava-se ao máximo para manter o foco. Quando o expediente finalmente terminou, ela pegou o ônibus de volta para casa, ansiosa para ver se algo havia mudado na janela da garota.

Ao chegar em casa, Luísa foi recebida pelo gato, que se esfregava em suas pernas. Fechou a porta e caminhou até a janela, espiando pela fresta das cortinas. Para sua surpresa, as cortinas da garota estavam completamente abertas. Luísa sentiu seu coração acelerar, mas decidiu que não iria tentar interagir naquele momento.

Depois de um banho quente, vestiu novamente seu roupão branco e sentou-se no sofá com o gato ao lado, contemplando a noite silenciosa,  enquanto o gato ronronava suavemente ao seu lado.

...

Nos meses que se seguiram, Luísa continuou com sua rotina diária, porém com cada manhã começava da mesma forma: acordava com a luz suave do sol, preparava seu café e torradas.

A figura misteriosa na janela permanecia uma constante em seus pensamentos, ela se vestia com zelo, escolhendo roupas que a faziam sentir-se bem.

Durante os dias de trabalho, a imagem da garota misteriosa surgia em sua mente como um eco distante, mas Luísa conseguia manter o foco em suas tarefas. A rotina no escritório era intensa, mas ela encontrava consolo nas pequenas pausas, onde aproveitava para conversar com os colegas.

Num certo dia de outono, ao voltar para casa, Luísa notou uma mudança no ambiente. As folhas das árvores estavam começando a cair, pintando as ruas com tons de amarelo e vermelho. Sentiu uma melancolia no ar, uma sensação de que algo estava prestes a mudar. Ao chegar em casa, foi recebida pelo gato, que se esfregava carinhosamente em suas pernas.

Depois de um banho, sentou-se no sofá, com o gato aconchegado ao seu lado. A noite estava tranquila, e Luísa olhou pela janela, esperando ver a garota misteriosa. Para sua surpresa, as cortinas estavam fechadas, sentiu um leve desapontamento.

As semanas seguintes trouxeram uma série de eventos, ela foi promovida no trabalho, o que significou mais responsabilidades, apesar disso, ela conseguiu se dedicar à leitura.

Em uma dessas noites, Luísa recebeu uma carta anônima em sua caixa de correio. O envelope continha uma folha de papel cuidadosamente dobrada, com uma mensagem enigmática: "Às vezes, as respostas que buscamos estão dentro de nós, e não do lado de fora."

Luísa ficou intrigada, mas decidiu não deixar a curiosidade a consumir. Guardou a carta em uma gaveta, continuou sua rotina, à medida que o inverno se aproximava, Luísa percebeu que a garota misteriosa na janela era um símbolo de autodescoberta.

Numa noite fria de inverno, Luísa sentiu uma calma profunda. Sentada no sofá com o gato ronronando ao seu lado, ela compreendeu que algumas respostas não precisam ser encontradas imediatamente.

1 de maio de 2025

JUNE

Com café e olhar atento
Na janela te vi pela primeira vez
Cabelos escuros, olhar melancólico
Um mistério que me prendeu
Ao trabalho fui, mas imersa
Nos pensamentos em você

Despertador toca e café na mão
Olho a sua janela fechada
Dia se passa, rotina em vão
No trabalho, sou reconhecida
Volto para casa e sua janela ainda quieta
A noite casa e o cansaço me toma

Dor me desperta antes do amanhecer
Analgésico e café para aliviar
Na sua janela há um vaso de flores amarelas
Um sinal seu a me encantar
Dia de folga, descanso e leitura
Um mistério que perdura

Chuva na janela e a dor que diminui
Café na mão, a rua molhada
O vaso de flores amarelas ainda reluz
Pétalas brilhantes nesta manhã nublada
No trabalho, a mente vaga
A chuva acalma nesta noite

Sábado, sol e pássaros cantando 
Café fora de casa e um gato se aproximou
Parque e feira, um dia a aproveitar
Volto para casa com novo amigo
Flores ao sol, janela a brilhar
Noite tranquila de sono leve

Gato me acorda e as suas cortinas balançam
Sem sinais de te ver
Volto do trabalho exausta
Banho quente, relaxo, pensamentos ocultos
Barulho à noite com a lua brilhante
Silhueta e faca, um arrepio a me gelar

Acordo com o gato miando sem parar
Café na cozinha, reflexo a atrair
Roupão macio, desejo a crescer
Mas preciso manter o foco
Volto do trabalho novamente exausta
Cortinas fechadas e um banho para relaxar

Sinto o toque quente da água
Sensação de relaxamento e prazer
Explorando cada curva e contorno
Em um momento íntimo de solidão
Fantasiando mãos delicadas me tocando
Revigorada me sinto ao sair do banho

Me deito na cama com uma camisola rosa
Mente vagando leve
Te encontro no sonho
Um toque sútil e uma conexão
Deliciosos beijos no pescoço
Calor crescente entre as pernas

Sigo a minha rotina habitual
Café, reflexão no espelho e trabalho
Um mistério na janela
Curiosidade alimentada
Cores vibrantes no reflexo matinal
Encontro silencioso à noite

O tempo passa num piscar de olhos
Pensamentos na mente inquieta
Fui promovida no trabalho
Recebi uma carta enigmática
Reflexões durante o outono e inverno
Compreendi que as respostas estão dentro de mim

Arthur Claro


Essa poesia foi criada após eu finalizar uma sequência de contos pequenos que escrevi no meu Instagram pessoal sobre a personagem que criei do nada para ninguém, foi só um momento de criatividade que surgiu e eu fui me inspirando e criando. Amanhã faço um compilado para apresentar os contos pequenos da June. 

16 de maio de 2024

MEIO TEMPO

Passa o trem pelos trilhos
Passa o boi pelas trilhas
Te vejo perdida em ideias
Enquanto me aprofundo em ideais
O céu límpido é o nosso teto
A vaca alimenta o bezerro com a sua teta

Assim passa o tempo diante dos olhos
Enquanto na cabeça tem piolhos
Para evitar a Guerra pedimos Paz
Não desejamos enterrar os nossos entes com pás
Você fica observando o mar no cais
Enquanto eu fico organizando este caos

Arthur Claro


Essa poesia foi criada na loucura da ideia do nome que veio primeiro que os versos e depois que comecei a escrever que foi surgindo os versos e agora lhes apresento.

18 de janeiro de 2024

O PARANINFO ERRÁTICO (SUTILEZA PAQUIDÉRMICA)

Entre o corpo docente e o discente
Pode haver algum doente
Não me refiro ao prejudicado da mentalidade
Mas de alguém que pode ter uma possível comorbidade
Espero que não seja tão fatal
Pois eu não estou desejando nenhum mal

Agradeço aos alunos e principalmente as alunas
Que me deram o prazer de preencher suas lacunas
Com a minha imensa sapiência
Pois eles me provaram o que é paciência
Para adquirirem suas menções bimestrais
Fizeram trabalhos em grupos e provas orais

Sou grato por ser escolhido por vocês
Fico sem palavras originais somente as clichês
Que estas crianças sejam o melhor do nosso futuro
Pois vejo que cada uma tem o olhar puro
Sempre estarei torcendo por elas nas minhas orações
Pois sei que elas aprenderam comigo valiosas lições

Arthur Claro


Essa poesia foi criada após imaginar como seria um discurso de um paraninfo que fosse todo errado na vida, também que tivesse a sutileza de um elefante numa loja de cristal, ai foi assim que surgiu este absurdo de poesia, pode ser que não seja o melhor discurso para se fazer numa formatura, mas pra mim foi algo muito gostoso de ter feito.

3 de janeiro de 2024

OUTRAS CRIAÇÕES DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL COM IDEIAS DE ARTHUR CLARO

No longínquo dia 27 de dezembro apresentei algumas das minhas "novas" criações utilizando a Inteligência Artificial e hoje venho trazer mais algumas, pois estou sem ideias para um post mais elaborado ou criativo como este que vocês apresento agora.






27 de dezembro de 2023

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL GEROU ESTAS IMAGENS COM IDEIAS DE ARTHUR CLARO

Há exatamente um ano e um dia eu criava um post mostrando algumas criações que fiz usando o site Craiyon (www.craiyon.com), muita coisa mudou e evolui no quesito Inteligência Artificial de geração de imagens, eu testei a do Bing (https://www.bing.com/images/create/), que é a mais interessante que eu consegui realizar imagens mais interessantes e que me agradaram mais visualmente, também testei a do App PicsArt (https://picsart.com/pt/) que também me deixou feliz em realizar, mas hoje quero compartilhar com vocês algumas das imagens que criei usando a Inteligência Artificial do Bing.




Eu tenho mais algumas outras, porém as que tenho serão utilizadas em outros momentos, estas 3 foram só pra dar um gostinho do que eu criei e testei usando a minha Inteligência Humana combinada com a Inteligência Artificial do Bing. Para quem perdeu as minhas criações usando a Inteligência Artificial do Craiyon, vejam estes posts aqui.




26 de outubro de 2023

ALFABERTO

Assim que aprendeu a escrever
Brincou com as palavras no papel
Criou versos e estórias encantadas
Demonstrou ter uma facilidade em escrever
Esse dom sempre o acompanhou
Fez faculdade de Letras para ser escritor
Ganhou prêmios pelas suas diversas publicações
Honras ao mérito foram lhe presenteadas
Inventou mundos para seus leitores assíduos
Juntou palavras para uma poesia romântica
Kelly foi e é a sua musa inspiradora
Livros escritos por ele em diversos idiomas
Mar de palavras era o seu refúgio
Naufragava sem pedir socorro
O Mundo parecia pequeno para as suas palavras
Pois ele não parava de escrever
Queria morrer de overdose de literatura
Rabiscava uma palavra substituindo pelo seu antônimo
Sonhava com uma poesia simplória
Transformava ela em uma história de várias páginas
Um dia isso chegou ao fim
Veio acontecer o inevitável
William Shakespeare já falou sobre isso
“YES, ALFABERTO IS DEAD” (Oh! No my God)
Zerou o ser letrado desde o seu nascimento

Arthur Claro


Essa poesia foi criada da loucura que tive de usar todas as letras do alfabeto com o personagem Alfaberto como inspiração, este sujeito não existe e muito menos é personagem de alguma história minha, mas poderia. Eu quis gastar a minha criatividade me esforçando para criar uma poesia com todas as letras do alfabeto.

23 de agosto de 2023

UMA PLAYLIST NADA CLICHÊ DE RAUL SEIXAS E RITA LEE

No começo deste mês fiz um post aonde criei uma playlist nada clichê das bandas The Beatles e Legião Urbana, como vocês pode conferir aqui (UMA PLAYLIST NADA CLICHÊ DE THE BEATLES E LEGIÃO URBANA) hoje vou criar uma nova playlist nada clichê do Raul Seixas e da Rita Lee, vou seguir o esquema de intercalar para não cansar os seus ouvidos.

Quero ir - Raul Seixas


Macarrão com Linguiça e Pimentão - Rita Lee


A hora do trem passar - Raul Seixas


Teimosia - Rita Lee


Moleque Maravilhoso - Raul Seixas


Eclipse do Cometa - Rita Lee


Caminhos - Raul Seixas


Fruto Proibido - Rita Lee


Ave Maria da Rua - Raul Seixas


Departamento de Criação - Rita Lee


Tapanacara - Raul Seixas


Modinha - Rita Lee


Todo mundo explica - Raul Seixas


Elvira Pagã - Rita Lee


Diamante de Mendigo - Raul Seixas


João Ninguém - Rita Lee


Angela - Raul Seixas


Favorita - Rita Lee


Lua cheia - Raul Seixas


Pirata Cigano - Rita Lee


Meu piano - Raul Seixas


Strip Tease - Rita Lee


Loba - Raul Seixas


Choque Cultural - Rita Lee


I Don't Really Need You Anymore - Raul Seixas


Brazix Muamba - Rita Lee


Você roubou o meu video cassete - Raul Seixas


Nunca fui santa - Rita Lee


Esfinge - Rita Lee


Drag Queen - Rita Lee


Homem Vinho - Rita Lee


Aviso aos Meliantes - Rita Lee


Eu e Mim - Rita Lee


Vidinha - Rita Lee


Estas foram as músicas que escolhi, pode ser que elas não sejam as melhores destas duas bandas, mas eu fui escolhendo no aleatório e ai fui procurando no Youtube, espero que vocês sugiram mais bandas ou quem sabe ideias melhores de posts.

1 de agosto de 2023

UMA PLAYLIST NADA CLICHÊ DE THE BEATLES E LEGIÃO URBANA

Eu (Arthur Claro) sou grande apreciador de The Beatles e Legião Urbana (se vocês procurarem tem diversas músicas ou posts que fiz sobre estas duas bandas), mas hoje decidi fazer um post sobre uma seleção de músicas não óbvias destas duas bandas que eu gosto tanto, as músicas serão das discografias das duas porém vou intercalar entre The Beatles e Legião Urbana para ficar mais dinâmico. Após vocês ouvirem todas me digam nos comentários mais duas bandas que eu possa criar mais posts assim, pois mesmo antes de começar a criar este post, eu fiquei com vontade de criar outras seleções não óbvias.

There's a place - The Beatles


Petróleo do futuro - Legião Urbana


Not a Second Time - The Beatles


Plantas Embaixo do Aquário - Legião Urbana


I'm Happy Just to Dance with You - The Beatles


Depois do começo - Legião Urbana


What You're Doing - The Beatles


Maurício - Legião Urbana


I need You - The Beatles


A montanha mágica - Legião Urbana


The Word - The Beatles


Só por hoje - Legião Urbana


Doctor Robert - The Beatles


Aloha - Legião Urbana


Being for the Benefit of Mr. Kite! - The Beatles


Comédia Romântica - Legião Urbana


Blue Jay Way - The Beatles


Good Night - The Beatles


Mean Mr. Mustard - The Beatles


I've Got a Feeling - The Beatles


Estas foram as músicas que escolhi, pode ser que elas não sejam as melhores destas duas bandas, mas eu fui escolhendo no aleatório e ai fui procurando no Youtube, espero que vocês sugiram mais bandas ou quem sabe ideias melhores de posts.