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22 de outubro de 2015

VERSOS PUERIS


Teu corpo nu iluminado pelo luar
O sereno da noite gélida cai em tu
Lua branca e grande no céu
Incrivelmente tu rasgas teu pulso puro
Cálice do teu próprio sangue tu absorve
E de repente apareceu uma vampira

Vampira toda sensual de se encantar
Enquanto isso o vento beijava seu corpo nu
Rosto alvo coberto por um negro véu
Seio arrepiado e bem duro
O líquido rubro tu continua a sorve
Sendo que cada gole ingerido tu suspira

Arthur Claro

Essa poesia foi criada para ser simples como o próprio nome já diz. É somente uma poesia simples de versos simples e um pouco de vampira.