6 de junho de 2026
3 de março de 2025
A VOLTA DO BOÊMIO
Depois de um merecido descanso, cá estou de volta ao meu canto habitual, ao meu espaço de sempre. Sim, meus caros leitores, o boêmio voltou! Assim como na icônica canção de Nelson Gonçalves, retorno às minhas atividades com entusiasmo renovado.
Minhas férias foram um período de respiro, um tempo para recarregar as energias e buscar novas inspirações. Aproveitei para refletir, criar e planejar novos conteúdos. Não sei se minha volta tem o mesmo impacto que o regresso do boêmio na música, mas confesso que estou feliz por estar aqui novamente. Compartilhar com vocês minhas ideias e paixões sempre foi um prazer, e saber que há quem se identifique com elas torna tudo ainda mais especial.
Agora, fiquem com a canção e preparem-se para novidades. Mas sem muita expectativa – afinal, a surpresa é parte mais interessante.
18 de dezembro de 2024
A VOLTA DO BOÊMIO - NELSON GONÇALVES
1 de agosto de 2024
LEMBRANÇA DO BEIJO
Arthur Claro
Essa poesia foi criada à partir de uma ideia que tive pensando em um rapaz que se descobre bissexual e se lembra do beijo inocente porém prazeroso no seu melhor amigo, não é nenhuma lembrança minha.
29 de julho de 2024
ISSO NÃO É UM POSTE
25 de abril de 2024
FILÓSOFOS DE BAR E AS SUAS REFLEXÕES NOTURNAS
Arthur Claro
Essa poesia foi criada para homenagear meus amigos, fiz a poesia para brindar à eles e também aos filósofos de bar que existe espalhados pelos quatro cantos do mundo. O vídeo que coloquei para ilustrar a poesia, é uma esquete aonde o Mussum (humorista conhecido por gostar de tomar água que passarinho não bebe), coloquei, pois achei muito interessante mostrar que todos os bons filósofos já tentaram beber leite de perereca, mas infelizmente nos botecos não possuem.
28 de agosto de 2023
11 de julho de 2023
26 de maio de 2022
DIA FELIZ
Arthur Claro
Essa poesia foi criada para incentivar as pessoas que lerem ela a ter um dia feliz independente de que aconteça.
10 de setembro de 2021
12 de agosto de 2021
13 de janeiro de 2021
29 de dezembro de 2020
10 de setembro de 2020
ECO LIXO
Voe no céu ensolarado
Profane as noites no castelo assombrado
Diga que o medo é o revés da coragem
Suba nas paredes sem miragem
Viaje em delírio equilibrado
Simpático sujeito endoidecido pela depressão
Paralelepípedo na rua da cidade beira-mar
Dissimulado e bêbado caído no bar
Linguiça fresca pendurada nos Secos e Molhados
Cafarnaum é meramente uma lembrança dos passados
Epístola de São João lida sem titubear
Casebre de madeira no meio da floresta
Gato arisco foge da sua senhora
Rato se esconde e não vai embora
Pato patético na fazenda do Seu Mané
Mato envolta da oca do pajé
Garfo cravado na carne da víbora
Melancia doce devorada pela criança
Estrela cintilante no céu de todos
Porco magro não agrada os bons modos
Cama vazia da sua companheira
Computador ligado na página da besteira
Caneta rabiscando palavras para os nossos incômodos
Árvore envelhecendo e sendo esquecida
Bailarina nas pontas dos seus pés diminutos
Meninas se prostituindo perto dos viadutos
Rosa vermelha nos cabelos negros da puta
Lilás é a cor da calcinha arrancada de forma bruta
Princesas nos contos relido pelos adultos
Sapatilhas para um espetáculo qualquer
Arthur Claro
Essa poesia foi criada a partir de um pedido que eu fiz para os meus amigos via WhatsApp, pedi para que 4 destes amigos me dissesse 6 palavras aleatórias e com isso criei cada verso com estas palavras, o nome é um modo que eu quis referenciar que é uma reciclagem de ideias.












