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13 de janeiro de 2022

A SEGUNDA BAILARINA

Lá vem ela
Vestida com o seu collant
Sapatilhas nos pés
E a sua saia tutu
Ela gira e da pirueta
Faz uma ponta
Até consegue ficar equilibrada
Se apoia na barra
Esticando a perna
Depois salta girando no ar
Vejam como ela dança
Ela sabe que é capaz
Ela deseja se apresentar
Por isso ela ensaia sem parar
Mais alguns passos formidáveis
Ela se cobra pelo perfeccionismo
Mas ela já é uma excelente bailarina
Palmas! Bravo! Viva!
Bravo! Viva! Palmas!
Viva! Palmas! Bravo!
Flores no camarim
Lágrimas de emoção

Arthur Claro


Essa poesia foi criada quando eu lembrei de ter escrito a poesia "A Bailarina" (Veja aqui (A Bailarina)).

28 de julho de 2016

A BAILARINA


Olha a bailarina
Ela dançando a sua dança graciosa
Um plier
Um giro
Um salto leve
Gritos
Bravo
Magnífico
Estupendo
Uma salva de palmas
Ela agradece ruborizada
Acaba o espetáculo
Recebe flores no camarim
Essa é a minha versão para bailarina

Arthur Claro

Essa poesia foi criada inspirada numa bailarina, eu tenho o sonho/vontade de ter uma filha e vestir ela de bailarina e tirar uma foto quando ela for pequena, só para ter como recordação e ai eu deixo ela livre para escolher se ela quer ser bailarina ou ser uma garota punk revoltada com a vida e com o mundo. A imagem retrata esta liberdade que vou deixar a minha filha ter, pois assim ela pode ser igual porém diferente.