31 de julho de 2026

31/07/2026 - UMA POESIA EM DUAS LÍNGUAS

Antes de comemorarem o retorno das minhas poesias quero jogar um balde de água fria, esta poesia é só mais uma loucura vinda da minha cabeça, depois da ilustração volto para contar.



No dia 22 de junho de 2026, eu (Arthur Claro) estava à toa, pensando em nada e como um flash veio a ideia absurda de criar uma poesia sem sentido, porém com palavras que não existem em nenhuma língua (isso até onde eu sei e vai o meu conhecimento linguístico), eu então decidi escrever as palavras que soassem fonéticamente com francês, pois dizem que a língua mais romântica que existe, comecei a escrever todas as palavras que vinham na minha cabeça dando cadência de poesia, mas no dia seguinte eu resolvi entrar em contato com o Emerson (Jovem Jornalista), pois mesmo a nossa parceria na tag Jornalista ≠ esteja sem posts criados com constância mantemos contato, eu propus a ele traduzir a minha poesia "francesa", ele de imediato ficou empolgado quando contém a loucura da poesia, assim que finalizei entreguei a poesia, deixando-o livre para traduzir de como ele quisesse e colocasse o tema que quisesse, foi então no dia 27 de julho que ele me entregou a tradução, agora leiam a minha poesia.

Nass Péose

Ja la teme
Sençu alla mu
Tere mua adi
Fiçón ati
Jelle vu naçi
Minottri geri cuá

Mevón ani sorô aque
Deozi mamõe gaji
Purdagã açu nédi
Liva eçu dene
Ponotiqué ganiçi
Suçuã jequerri remour

Vifitê gochu machet
Pama cissê fouggi
Sinnet miçout rafrê
Choni junet sansi
Marrê jellout ca
Fruçi nouá nass poése

Depois desse deslumbre, vá até o Jovem Jornalista para ver a saga do Emerson para fazer a tradução e também a veja. O Emerson quis ilustrar a poesia com uma imagem de um relacionamento entre seres humanos, criada por Inteligência Artificial, eu (Arthur Claro) propus que fosse um relacionamento amoroso entre um extraterrestre e uma humana, o Emerson curtiu e então eu solicitei para o Chat GPT criar a imagem com trechos da poesia nas duas línguas (vide a primeira imagem), esta foi a minha versão dos fatos.