Olá, você que separou um tempo na sua vida para ler esse post, quero agradecer por esse seu ato benevolente, por mais que eu crie conteúdos interessantes às vezes me falta decidir qual vou utilizar para demonstrar um pouco do que gosto para você, fiz posts sobre quase tudo que gosto e ainda assim falta algumas coisas que ainda pretendo demonstrar, porém nem sempre acho o post certo para o momento, as minhas poesias são de um poeta que não tem livro publicado, só é um poeta que escreve para se expressar e liberar as palavras que vem a mente junto de sentimentos dos mais diversos. Eu andei pensando em voltar com o meu blog de humor, porém mais uma vez o meu humor é diferente de alguns e aí não consigo definir um ponto de equilíbrio para fazer algo que realmente faça eu achar um público que ri comigo das mesmas piadas, mas isso não faz diferença, eu coloquei aqui também os estilos musicais que eu gosto de ouvir, escuto de tudo (acho que você já viu esses posts, não vou linkar, volte nas postagens mais antigas e veja), recentemente esse blog completou seu primeiro aniversário de reestreia e eu fiquei feliz de conseguir comemorar, pois pra mim ele é eu e eu sou ele e vice-versa. Agora que escrevi um monte de coisa sem nexo (ou até tenha) anteriormente, quero falar sério com você que começou a ler esse post, eu enquanto tomava banho um dia desses atrás (não sei datar exatamente) me flagrei pensando em alguns questionamentos interessantes, porém envolve a sua pessoa, o motivo de existir um monte de gente visitando o meu blog e vendo as minhas postagens, porque a quantidade de pessoa que comenta é menor? Será que as pessoas só gostam de ver e não comentar? Será que as pessoas que não comentam, não gostam do que eu postei? O que há de errado nos meus posts para não haver comentários compatíveis com a quantidade de pessoas visitando? Será que as pessoas querem posts mais clichês (posts iguais aos outros blogs que existem e estão na ativa)? Eu já pedi algumas vezes sugestões de posts e recebi uma ou outra sugestão, quando peço ajuda nos meus contos também é fraco a ajuda, não peço muito, só quero fazer um blog agradável para quem entrar e se sentir parte do blog e da minha vida, que veja que aqui também pode ser um local confortável e prazeroso de visitar e comentar. Se eu continuar fazendo posts sem um retorno de comentários, vou ser obrigado a deletar ele e continuar a minha vida sem demonstrar o que gosto de fazer, números de visualizações não me ajudam, porque eu não monetizei esse blog, o que me motiva a continuar são os comentários, eles são as respostas da avaliação que você me faz. Sei que se eu excluir ou parar de postar deixarei poucas pessoas órfãs, mas pra grande maioria que só visita por visitar vai ser menos um blog que não tinha o que me agradava e eu visitava por compaixão (não sei o real motivo). Então pessoa humana que leu esse post até aqui, por favor responda as minhas perguntas e depois comentem o que você achou desse post, se você for só deixar a sua visita registrada sem comentário peço para deixar o motivo disso nos comentários e se você que chegou aqui hoje e viu esse post muito louco por eu estar desabafando, em breve faço um post mostrando a quantidade de posts, a quantidade de comentários e a quantidade visualizações o blog tem no presente momento que eu criar o post. Desculpa se ofendi alguém.
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1 de abril de 2015
MANIFESTO DO 1º DE ABRIL DE 2015 (CRIADO POR ARTHUR CLARO)
Olá, você que separou um tempo na sua vida para ler esse post, quero agradecer por esse seu ato benevolente, por mais que eu crie conteúdos interessantes às vezes me falta decidir qual vou utilizar para demonstrar um pouco do que gosto para você, fiz posts sobre quase tudo que gosto e ainda assim falta algumas coisas que ainda pretendo demonstrar, porém nem sempre acho o post certo para o momento, as minhas poesias são de um poeta que não tem livro publicado, só é um poeta que escreve para se expressar e liberar as palavras que vem a mente junto de sentimentos dos mais diversos. Eu andei pensando em voltar com o meu blog de humor, porém mais uma vez o meu humor é diferente de alguns e aí não consigo definir um ponto de equilíbrio para fazer algo que realmente faça eu achar um público que ri comigo das mesmas piadas, mas isso não faz diferença, eu coloquei aqui também os estilos musicais que eu gosto de ouvir, escuto de tudo (acho que você já viu esses posts, não vou linkar, volte nas postagens mais antigas e veja), recentemente esse blog completou seu primeiro aniversário de reestreia e eu fiquei feliz de conseguir comemorar, pois pra mim ele é eu e eu sou ele e vice-versa. Agora que escrevi um monte de coisa sem nexo (ou até tenha) anteriormente, quero falar sério com você que começou a ler esse post, eu enquanto tomava banho um dia desses atrás (não sei datar exatamente) me flagrei pensando em alguns questionamentos interessantes, porém envolve a sua pessoa, o motivo de existir um monte de gente visitando o meu blog e vendo as minhas postagens, porque a quantidade de pessoa que comenta é menor? Será que as pessoas só gostam de ver e não comentar? Será que as pessoas que não comentam, não gostam do que eu postei? O que há de errado nos meus posts para não haver comentários compatíveis com a quantidade de pessoas visitando? Será que as pessoas querem posts mais clichês (posts iguais aos outros blogs que existem e estão na ativa)? Eu já pedi algumas vezes sugestões de posts e recebi uma ou outra sugestão, quando peço ajuda nos meus contos também é fraco a ajuda, não peço muito, só quero fazer um blog agradável para quem entrar e se sentir parte do blog e da minha vida, que veja que aqui também pode ser um local confortável e prazeroso de visitar e comentar. Se eu continuar fazendo posts sem um retorno de comentários, vou ser obrigado a deletar ele e continuar a minha vida sem demonstrar o que gosto de fazer, números de visualizações não me ajudam, porque eu não monetizei esse blog, o que me motiva a continuar são os comentários, eles são as respostas da avaliação que você me faz. Sei que se eu excluir ou parar de postar deixarei poucas pessoas órfãs, mas pra grande maioria que só visita por visitar vai ser menos um blog que não tinha o que me agradava e eu visitava por compaixão (não sei o real motivo). Então pessoa humana que leu esse post até aqui, por favor responda as minhas perguntas e depois comentem o que você achou desse post, se você for só deixar a sua visita registrada sem comentário peço para deixar o motivo disso nos comentários e se você que chegou aqui hoje e viu esse post muito louco por eu estar desabafando, em breve faço um post mostrando a quantidade de posts, a quantidade de comentários e a quantidade visualizações o blog tem no presente momento que eu criar o post. Desculpa se ofendi alguém.
POSTAGEM:
ABSURDO,
AJUDA,
COMENTÁRIOS,
CRIATIVIDADE,
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MANIFESTO,
PESQUISA,
SINCERIDADE,
SUGESTÕES,
TUDO,
VISUALIZAÇÃO
14 de janeiro de 2015
A FLOR E A NÁUSEA - CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE
Preso à minha classe e a algumas roupas, vou de branco pela rua cinzenta.
Melancolias, mercadorias, espreitam-me.
Devo seguir até o enjôo?
Posso, sem armas, revoltar-me?
Olhos sujos no relógio da torre:
Não, o tempo não chegou de completa justiça.
O tempo é ainda de fezes, maus poemas, alucinações e espera.
O tempo pobre, o poeta pobre
fundem-se no mesmo impasse.
Em vão me tento explicar, os muros são surdos.
Sob a pele das palavras há cifras e códigos.
O sol consola os doentes e não os renova.
As coisas. Que tristes são as coisas, consideradas sem ênfase.
Vomitar este tédio sobre a cidade.
Quarenta anos e nenhum problema
resolvido, sequer colocado.
Nenhuma carta escrita nem recebida.
Todos os homens voltam para casa.
Estão menos livres mas levam jornais
e soletram o mundo, sabendo que o perdem.
Crimes da terra, como perdoá-los?
Tomei parte em muitos, outros escondi.
Alguns achei belos, foram publicados.
Crimes suaves, que ajudam a viver.
Ração diária de erro, distribuída em casa.
Os ferozes padeiros do mal.
Os ferozes leiteiros do mal.
Pôr fogo em tudo, inclusive em mim.
Ao menino de 1918 chamavam anarquista.
Porém meu ódio é o melhor de mim.
Com ele me salvo
e dou a poucos uma esperança mínima.
Uma flor nasceu na rua!
Passem de longe, bondes, ônibus, rio de aço do tráfego.
Uma flor ainda desbotada
ilude a polícia, rompe o asfalto.
Façam completo silêncio, paralisem os negócios,
garanto que uma flor nasceu.
Sua cor não se percebe.
Suas pétalas não se abrem.
Seu nome não está nos livros.
É feia. Mas é realmente uma flor.
Sento-me no chão da capital do país às cinco horas da tarde
e lentamente passo a mão nessa forma insegura.
Do lado das montanhas, nuvens maciças avolumam-se.
Pequenos pontos brancos movem-se no mar, galinhas em pânico.
É feia. Mas é uma flor. Furou o asfalto, o tédio, o nojo e o ódio.
Essa poesia não é de minha autoria, porém achei essa imagem interessante para essa poesia interessante escrita pelo um dos poetas que eu gosto que é Carlos Drummond de Andrade, conheço pouco da obra dele, porém as que eu admiro já me faz gostar dele, até tento fazer poesias boas como as dele, mas não me comparo e nem quero ser comparado a ele, só faço a mesma arte que ele fazia. Quero agradecer a todos os meus leitores que acompanham meus posts e dizer que sem vocês eu não consigo continuar a produzir meus post (calma, não estou abandonando o blog, só quero retribuir esse carinho que vocês me dão deixando comentários) e quem tiver alguma sugestão de tema para um post pode sugerir sem medo que irei analisar e fazer o post colocando o devido crédito a pessoa.
POSTAGEM:
ASSUNTOS ALEATÓRIOS,
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6 de janeiro de 2015
HOMERO - O PRIMEIRO GRANDE POETA
Há uns tempos atrás fiz uma entrevista com um parceiro e nessa entrevista, perguntei se ele tinha uma sugestão para post e ele me sugeriu que fizesse sobre o primeiro poeta da história, fiz umas pesquisas no Google e encontrei como resultado que o grego Homero foi o primeiro poeta, ele ficou conhecido com as obras Ilíada e A Odisséia. Na Obra Ilíada é retratada a história da Guerra de Tróia, essa história tem como episódio O Cavalo de Tróia aonde os Gregos entregam um enorme cavalo de madeira pra Tróia recheado de guerreiros que atacam de surpresa os Troianos, esse episódio dá origem ao vírus Trojan que ataca vários computadores de forma silenciosa porém mortal. Na Obra A Odisséia é uma jornada do herói Grego Ulisses que participou da Guerra de Tróia na tentativa de volta para casa, mas no caminho de volta encontra desafios. Esse foi um simples post contando um pouco do primeiro grande poeta da história.


